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Resultados de revisões sistemáticas e meta-análises de estudos transversais e longitudinais, têm evidenciado a associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e o risco de obesidade e de diversas doenças crônicas não transmissíveis, além de mortalidade por todas as causas. Sobre a tendência do consumo desses alimentos no Brasil é correto afirmar:
A contribuição de alimentos ultraprocessados para o total de energia na dieta dos brasileiros aumentou significativamente, atingindo valores de 30%.
A associação inversa entre o consumo de alimentos ultraprocessados e a idade é uma realidade observada no Brasil, onde crianças e adolescentes apresentam proporcionalmente maior consumo desse grupo de alimentos.
O consumo de ultraprocessados varia de forma significativa segundo estratos socioeconômicos e demográficos e sendo menor no sexo feminino e entre adolescentes.
Observou-se uma estagnação do consumo de alimentos ultraprocessados em estratos socioeconômicos menos privilegiados.