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Caso clínico para responder às questões de 61 a 64.
Um paciente de 35 anos de idade, trabalhador autônomo com renda média, foi atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) após sofrer queimaduras de terceiro grau em 40% da superfície corporal em razão de um acidente doméstico. Ele foi estabilizado em um centro especializado em queimados e iniciou suporte nutricional via sonda nasogástrica para atender às suas necessidades aumentadas de energia e de nutrientes. Durante a internação, apresentou sinais de hipermetabolismo e inflamação intensa. O plano terapêutico inclui acompanhamento multiprofissional, e os profissionais de saúde estão atentos ao manejo nutricional em todas as fases do tratamento e à reabilitação pós-alta.
No contexto de queimaduras graves, como o hipermetabolismo afeta o estado bioquímico e fisiológico do paciente?
O aumento do estado hipermetabólico reduz a taxa de gliconeogênese e a mobilização de proteínas musculares, promovendo rápida recuperação do tecido lesionado.
A resposta inflamatória após queimaduras graves reduz a mobilização de proteínas hepáticas e diminui a demanda por micronutrientes antioxidantes.
O hipermetabolismo associado às queimaduras promove diminuição da produção de citocinas pró-inflamatórias, reduzindo a necessidade de intervenção nutricional específica.
O hipermetabolismo gera aumento da gliconeogênese, mobilização proteica e maior produção de radicais livres, intensificando o processo inflamatório.