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Caso clínico para responder às questões de 61 a 64.
Um paciente de 35 anos de idade, trabalhador autônomo com renda média, foi atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) após sofrer queimaduras de terceiro grau em 40% da superfície corporal em razão de um acidente doméstico. Ele foi estabilizado em um centro especializado em queimados e iniciou suporte nutricional via sonda nasogástrica para atender às suas necessidades aumentadas de energia e de nutrientes. Durante a internação, apresentou sinais de hipermetabolismo e inflamação intensa. O plano terapêutico inclui acompanhamento multiprofissional, e os profissionais de saúde estão atentos ao manejo nutricional em todas as fases do tratamento e à reabilitação pós-alta.
Após a alta hospitalar, quais são as orientações mais adequadas para o paciente, tendo em vista sua condição clínica e o uso do Sistema Único de Saúde (SUS)?
O acompanhamento nutricional não é essencial após a alta, desde que o paciente mantenha uma alimentação saudável, baseada nas recomendações do Guia Alimentar.
Priorizar uma dieta rica em alimentos ultraprocessados, por serem economicamente mais acessíveis e fortificados com nutrientes essenciais.
Incluir acompanhamento multiprofissional no SUS, com ênfase em suporte nutricional e psicológico, além de acompanhamento com fisioterapia para reabilitação funcional.
Suspender suplementações nutricionais após a alta, pois a ingestão alimentar oral será suficiente para atender às demandas metabólicas na fase de recuperação.