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Um paciente com diabete melito tipo 2 é avaliado na clínica. Ele apresenta resistência à insulina, especialmente nos tecidos adiposo e musculoesquelético, além de hiperglicemia crônica. Considerando a fisiopatologia do diabetes tipo 2, a estratégia mais adequada para reduzir a resistência à insulina e melhorar o controle glicêmico é
administrar inibidores da proteinoquinase C (PKC) para reduzir a sinalização insulínica e aumentar a gliconeogênese hepática, visando melhorar o controle glicêmico.
inibir a translocação do GLUT-4 para a membrana plasmática nos adipócitos e miócitos, prevenindo o aumento da captação de glicose por esses tecidos.
aumentar a ativação da via PI3K/PKB, promovendo maior translocação do GLUT-4 para a membrana celular e aumentando a captação de glicose pelos tecidos periféricos.
reduzir a fosforilação do substrato 1 do receptor de insulina (IRS-1) para inibir a sinalização da insulina e minimizar o acúmulo de glicose nos tecidos musculares e adiposos.
prescrever dieta hiperglicídica para estimular a secreção de insulina e melhorar a resistência periférica à ação do hormônio.