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Segundo o Caderno dos Programas Nacionais de Suplementação de Micronutrientes (Ministério da Saúde, 2022), é correto afirmar que
com relação à magnitude da anemia em gestantes, dados do Consórcio Brasileiro de Nutrição Materno-Infantil, que incluem 12 estudos conduzidos no período de 2008 a 2019, estimam que a anemia afeta 10,3% das gestantes brasileiras.
nos últimos anos, o Brasil apresentou avanços singulares na redução da anemia entre as crianças menores de 5 anos – observou-se recuo de 20,9% de prevalência em 2006 para 10,0% em 2019.
a prevalência de deficiência de vitamina A reduziu nos últimos anos no País, passou de 17,4%, em 2006, para 2,0%, em 2019, em crianças menores de 5 anos.
resultados do Enani-2019 mostraram que a prevalência de deficiência de vitamina A é maior nas regiões Nordeste (5,2%) e Sudeste (4,3%).
ao observar o recorte etário de 6 a 23 meses, segundo dados do inquérito nacional de 2019, a prevalência de deficiência de vitamina A é de 6,4% no País, sendo maior na Região Norte (11,5%) e menor na Região Sul (5,0%).
O Protocolo de Uso do Guia Alimentar para a População Brasileira na Orientação Alimentar da Gestante (Ministério da Saúde, Universidade de São Paulo, 2021) apresenta algumas orientações, por exemplo:
para gestantes que relatem desconfortos gastrointestinais, como náuseas e indigestão, entre outros, fracionar a alimentação em três refeições principais e um pequeno lanche.
higienizar legumes, verduras e frutas consumidos crus, por meio de imersão destes em solução de hipoclorito de sódio por 10 minutos.
consumir, no máximo, 180 mg de cafeína/dia, o equivalente a 2 xícaras de café.
priorizar o uso de adoçante em relação ao açúcar, para adoçar bebidas.
caso faça parte do hábito da pessoa, incluir vísceras, como fígado, em uma refeição ao longo da semana.
Avalie os itens a seguir em relação à alimentação complementar e às recomendações nutricionais para crianças brasileiras com menos de dois anos.
I - A alimentação complementar deve ser oferecida em horários regulares, para a criança se acostumar rapidamente.
II - As papinhas industrializadas de frutas, legumes, cereais, podem fazer parte da alimentação de crianças entre seis meses e dois anos, desde que não apresentem aditivos em sua composição.
III - A partir de seis meses recomenda-se a alimentação complementar, com oferta de quatro refeições de comida ao dia para crianças que estão em aleitamento materno ou aquelas em uso de fórmulas.
Assinale a alternativa CORRETA.
As afirmativas I e III estão corretas.
As afirmativas II e III estão corretas.
As afirmativas I, II e III estão corretas.
As afirmativas I, II e III estão incorretas.

Disponível em: https://images.app.goo.gl/HEjNwBMru51rwefD9. Acesso em: 10 fev. 2025.
Náuseas e vômitos durante a gravidez (NVGs) são muito frequentes, podem influenciar significativamente a qualidade de vida da gestante e de sua família, especialmente quando estão presentes de forma persistente e/ou grave, pois contribuem efetivamente no absenteísmo ao trabalho. Sobre o tratamento dietético das mulheres com NVGs:
I- São recomendadas refeições a cada uma a duas horas e em pequenas quantidades.
II- Devem-se evitar alimentos picantes ou gordurosos, sem pimentas e sem frituras.
III- Preferir comer alimentos secos ou suaves, destacando-se algumas frutas.
IV- Os lanches devem ser hipoproteícos ou sem biscoitos pela manhã ao se levantar.
V- Vegetais (repolho, brócolis, couve-manteiga) complicam o controle dos sintomas.
É correto o que se afirma em
I, II e III apenas.
I, IV e V apenas.
II, III e IV apenas.
III, IV e V apenas.
Na impossibilidade de aferição do peso corporal, decorrente de diferentes variáveis, é possível estimá-lo por meio das equações de Chumlea (1985), específicas para cada sexo. Essas equações utilizam algumas medidas, entre elas, a
prega cutânea suprailíaca.
razão cintura-quadril.
prega cutânea torácica.
circunferência do pescoço.
circunferência da panturrilha.
Devido a alguns fatores de risco, algumas gestantes podem apresentar maior probabilidade de evolução desfavorável. Essas mulheres devem ser encaminhadas ao pré-natal de alto risco, no qual receberão uma atenção especial a fim de reduzir a taxa de morbidade e mortalidade materna e perinatal. É uma condição que faz a mulher ser considerada gestante de alto risco:
Antecedente familiar de câncer de útero.
Parto cesárea em gestação anterior.
Ganho de peso excessivo.
Herpes labial.
Dependência de drogas lícitas ou ilícitas.
Uma nutricionista recebeu em seu consultório uma gestante de 27 anos de idade e IMC pré‑gestacional de 26,5 kg/m².
Com base nessa situação hipotética, tendo em vista as recomendações da caderneta da gestante atualizada em 2023, o ganho de peso total dessa paciente até as quarenta semanas de gestação deve ser entre
5 kg a 7 kg.
7 kg a 9 kg.
8 kg a 12 kg.
9,7 kg a 12,2 kg.
10 kg a 12,2 kg.
A mãe P.O. leva seu filho recém-nascido (RN) para uma consulta nutricional e relata que este nasceu com 41 semanas de gestação e apresentou 1.350g ao nascer (caso hipotético). A classificação quanto à idade gestacional de nascimento e peso ao nascer do RN é de
RN pré-termo (RNPT) e baixo peso.
RN a termo (RNT) e muito baixo peso ao nascer.
RN a termo (RNT) e macrossomia.
RN pós-termo e muito baixo peso ao nascer.
Ao realizar as refeições de almoço e jantar de uma criança de 7 e 8 meses, é recomendado que haja 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos, 1 alimento do grupo dos feijões, 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras, 1 alimento do grupo das carnes e ovos.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que contém uma orientação nutricional correta com relação à pré-eclâmpsia gestacional, descrita no documento “Atenção ao pré-natal de baixo risco” (2013).
Ingerir água durante as refeições principais, especialmente se forem mais ricas em sódio.
Excluir a gordura da alimentação durante a gestação, pois o consumo excessivo desse nutriente está associado ao risco de pressão alta e pré-eclâmpsia.
Fazer uso de suplementação de cálcio pode ter efeitos favoráveis na prevenção de pré-eclâmpsia entre gestantes de moderado a alto risco e com baixa ingestão desse mineral.
Orientar mulheres com fatores de risco para pré-eclâmpsia de que não devem utilizar sal no preparo dos alimentos nem acrescentar sal às preparações prontas.
Consumir sal light (cloreto de sódio com cloreto de potássio), um aliado do controle da pressão arterial e prevenção de edema.
Na gestação, em especial, o atendimento das recomendações nutricionais tem grande influência no ganho ponderal e no resultado obstétrico, peso e idade gestacional de nascimento. Sobre a avaliação do estado nutricional e as recomendações para o período gestacional, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O ideal é que o Índice de Massa Corporal (IMC) considerado no diagnóstico inicial da gestante seja o IMC pré-gestacional referido ou o IMC calculado a partir de medição realizada até a 13ª semana gestacional.
( ) Recomenda-se que a gestante seja pesada em todas as consultas de acompanhamento pré-natal. Já a estatura pode ser aferida apenas no primeiro atendimento, para todas as gestantes.
( ) As gestantes deverão apresentar ganho de peso diferente conforme o IMC pré-gestacional ou do início da gestação. Segundo IOM, para uma gestante com sobrepeso, recomenda-se o ganho de peso de 7,0 a 12,5 kg.
A sequência está correta em
V, V, V.
V, F, F.
V, V, F.
F, F, V.
F, V, F.
A estimativa de ganho de peso semanal para uma gestante baixo peso com 16 semanas de gestação, segundo o SISVAN é de, em Kg:
2,3.
1,6.
0,9.
0,5.
0,4
O nutricionista lotado no HUAP (Hospital Universitário Antônio Pedro) avalia uma paciente gestante, em seu último trimestre da gestação, da qual o acompanhamento do estado nutricional tem sido realizado utilizando o Caderno da Gestante, onde se pode observar o gráfico de IMC por semana gestacional, conforme figura a seguir.

Legenda:
O – obesidade
S – sobrepeso
A – adequado
BP – baixo peso
Por meio das informações contidas no gráfico, está correto afirmar que:
a gestante apresentou-se com sobrepeso ao final da gestação.
a curva de ganho de peso apresentou inclinação ascendente maior que a da curva que delimita a parte superior da faixa de estado nutricional inicial da paciente, indicativo de ganho de peso adequado.
o traçado ascendente indica ganho de peso inadequado e gestante em risco nutricional.
no caso de gestante adolescente, se ela engravidou com menos de dois anos após a menarca, a interpretação é igual para as gestantes adultas.
não há necessidade de realização de outros procedimentos complementares ao diagnóstico nutricional.
Na avaliação nutricional para gestante, de acordo com os valores de ganho de peso recomendado durante a gestação, a alternativa que representa o valor correto de ganho de peso total para uma gestante com sobrepeso é:
4-6 kg
5-9 kg
7-11 kg
7-12 kg
2-4 kg
Observe o gráfico a seguir que apresenta o índice peso / idade de quatro crianças, A, B, C e D, do sexo feminino.
De acordo com os dados apresentados na figura, os critérios adotados pelo Ministério da Saúde e pela Organização
Mundial da Saúde para a classificação do estado nutricional das crianças, assinale com V as afirmativas verdadeiras e
com F as falsas.
( ) A criança A apresenta baixo peso para a idade.
( ) A criança C apresenta baixo peso para a idade.
( ) A criança B apresenta peso elevado para a idade, mas requer avaliação dos índices de peso / estatura ou IMC / idade para um adequado diagnóstico nutricional.
( ) A criança D apresenta peso adequado para a idade.
Assinale a sequência correta.
Em relação aos parâmetros, instrumentos ou medidas necessárias para a avaliação nutricional de gestantes, assinale a alternativa correta.
Peso e estatura servem de base para o cálculo e acompanhamento do Índice de Massa Corporal por semana gestacional.
Índice de Massa Corporal pré‐gestacional é importante para inserção no gráfico de acompanhamento recomendado pelo Ministério da Saúde.
Perímetro braquial é importante para acompanhar possíveis perdas de massa muscular durante a gestação.
Gráfico específico para Índice de Massa Corporal por semana gestacional serve de base para avaliação do estado nutricional no período anterior à gestação.
Data da última menstruação é necessária para o cálculo do ganho de peso fetal.
Quais informações são necessárias para a avaliação do estado nutricional de crianças entre zero e 10 anos de idade, segundo as recomendações do Caderno de Estratégias para o Cuidado da Pessoa com Doença Crônica – Obesidade?
Cálculo do IMC.
Aferição da medida da cintura.
Data de nascimento, data do atendimento, peso, estatura e sexo.
Idade, peso e estatura.
Cálculo do IMC e peso ao nascer.
A desnutrição edematosa (kwashiorkor) é caracterizada por:
I. Edema, que pode começar nos pés e nas pernas e, se estender para o períneo, as extremidades superiores e a face.
II. Emagrecimento e redução importante de massa gordurosa e muscular, que além de deixar o paciente com aparência mórbida, altera funções corporais como a temperatura abaixo do normal, diminuição da frequência cardíaca e taxa metabólica.
III. As reservas gordurosas e musculares podem estar normais, simulando um bom estado nutricional.
IV. A epiderme se descama consideravelmente, expondo os tecidos subjacentes que podem ser facilmente infectados.
Segundo as atuais recomendações, gestantes com índice de massa corporal (IMC) pré-gestacional menor que 19,8 kg/m², classificadas como baixo peso, devem ganhar de 11,5 kg a 16,0 kg até a 40a semana de gestação.
Acerca da avaliação do estado nutricional da lactante, analise as assertivas abaixo.
I. O estado nutricional da nutriz é avaliado por meio de indicadores antropométricos, bioquímicos e dietéticos.
II. Um dos indicadores antropométricos mais frequentemente utilizados nas lactantes é o peso corporal.
III. Durante a lactação as dobras cutâneas de membros superiores e subescapular apresentam perdas mais significativas.
Marque a alternativa com o julgamento CORRETO das assertivas:
I-V; II- V; III-F;
I-V; II-F; III-F;
I-V; II-F; III-V;
I-F; II-F; III-V;
I-F; II-V; III-V.