

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O Protocolo de Uso do Guia Alimentar para a População Brasileira na Orientação Alimentar da Gestante (Ministério da Saúde, Universidade de São Paulo, 2021) apresenta algumas orientações, por exemplo:
para gestantes que relatem desconfortos gastrointestinais, como náuseas e indigestão, entre outros, fracionar a alimentação em três refeições principais e um pequeno lanche.
higienizar legumes, verduras e frutas consumidos crus, por meio de imersão destes em solução de hipoclorito de sódio por 10 minutos.
consumir, no máximo, 180 mg de cafeína/dia, o equivalente a 2 xícaras de café.
priorizar o uso de adoçante em relação ao açúcar, para adoçar bebidas.
caso faça parte do hábito da pessoa, incluir vísceras, como fígado, em uma refeição ao longo da semana.
Segundo o Caderno dos Programas Nacionais de Suplementação de Micronutrientes (Ministério da Saúde, 2022), é correto afirmar que
com relação à magnitude da anemia em gestantes, dados do Consórcio Brasileiro de Nutrição Materno-Infantil, que incluem 12 estudos conduzidos no período de 2008 a 2019, estimam que a anemia afeta 10,3% das gestantes brasileiras.
nos últimos anos, o Brasil apresentou avanços singulares na redução da anemia entre as crianças menores de 5 anos – observou-se recuo de 20,9% de prevalência em 2006 para 10,0% em 2019.
a prevalência de deficiência de vitamina A reduziu nos últimos anos no País, passou de 17,4%, em 2006, para 2,0%, em 2019, em crianças menores de 5 anos.
resultados do Enani-2019 mostraram que a prevalência de deficiência de vitamina A é maior nas regiões Nordeste (5,2%) e Sudeste (4,3%).
ao observar o recorte etário de 6 a 23 meses, segundo dados do inquérito nacional de 2019, a prevalência de deficiência de vitamina A é de 6,4% no País, sendo maior na Região Norte (11,5%) e menor na Região Sul (5,0%).
Avalie os itens a seguir em relação à alimentação complementar e às recomendações nutricionais para crianças brasileiras com menos de dois anos.
I - A alimentação complementar deve ser oferecida em horários regulares, para a criança se acostumar rapidamente.
II - As papinhas industrializadas de frutas, legumes, cereais, podem fazer parte da alimentação de crianças entre seis meses e dois anos, desde que não apresentem aditivos em sua composição.
III - A partir de seis meses recomenda-se a alimentação complementar, com oferta de quatro refeições de comida ao dia para crianças que estão em aleitamento materno ou aquelas em uso de fórmulas.
Assinale a alternativa CORRETA.
As afirmativas I e III estão corretas.
As afirmativas II e III estão corretas.
As afirmativas I, II e III estão corretas.
As afirmativas I, II e III estão incorretas.

Disponível em: https://images.app.goo.gl/HEjNwBMru51rwefD9. Acesso em: 10 fev. 2025.
Náuseas e vômitos durante a gravidez (NVGs) são muito frequentes, podem influenciar significativamente a qualidade de vida da gestante e de sua família, especialmente quando estão presentes de forma persistente e/ou grave, pois contribuem efetivamente no absenteísmo ao trabalho. Sobre o tratamento dietético das mulheres com NVGs:
I- São recomendadas refeições a cada uma a duas horas e em pequenas quantidades.
II- Devem-se evitar alimentos picantes ou gordurosos, sem pimentas e sem frituras.
III- Preferir comer alimentos secos ou suaves, destacando-se algumas frutas.
IV- Os lanches devem ser hipoproteícos ou sem biscoitos pela manhã ao se levantar.
V- Vegetais (repolho, brócolis, couve-manteiga) complicam o controle dos sintomas.
É correto o que se afirma em
I, II e III apenas.
I, IV e V apenas.
II, III e IV apenas.
III, IV e V apenas.
Na impossibilidade de aferição do peso corporal, decorrente de diferentes variáveis, é possível estimá-lo por meio das equações de Chumlea (1985), específicas para cada sexo. Essas equações utilizam algumas medidas, entre elas, a
prega cutânea suprailíaca.
razão cintura-quadril.
prega cutânea torácica.
circunferência do pescoço.
circunferência da panturrilha.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Devido a alguns fatores de risco, algumas gestantes podem apresentar maior probabilidade de evolução desfavorável. Essas mulheres devem ser encaminhadas ao pré-natal de alto risco, no qual receberão uma atenção especial a fim de reduzir a taxa de morbidade e mortalidade materna e perinatal. É uma condição que faz a mulher ser considerada gestante de alto risco:
Antecedente familiar de câncer de útero.
Parto cesárea em gestação anterior.
Ganho de peso excessivo.
Herpes labial.
Dependência de drogas lícitas ou ilícitas.
Uma nutricionista recebeu em seu consultório uma gestante de 27 anos de idade e IMC pré‑gestacional de 26,5 kg/m².
Com base nessa situação hipotética, tendo em vista as recomendações da caderneta da gestante atualizada em 2023, o ganho de peso total dessa paciente até as quarenta semanas de gestação deve ser entre
5 kg a 7 kg.
7 kg a 9 kg.
8 kg a 12 kg.
9,7 kg a 12,2 kg.
10 kg a 12,2 kg.
A mãe P.O. leva seu filho recém-nascido (RN) para uma consulta nutricional e relata que este nasceu com 41 semanas de gestação e apresentou 1.350g ao nascer (caso hipotético). A classificação quanto à idade gestacional de nascimento e peso ao nascer do RN é de
RN pré-termo (RNPT) e baixo peso.
RN a termo (RNT) e muito baixo peso ao nascer.
RN a termo (RNT) e macrossomia.
RN pós-termo e muito baixo peso ao nascer.
Ao realizar as refeições de almoço e jantar de uma criança de 7 e 8 meses, é recomendado que haja 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos, 1 alimento do grupo dos feijões, 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras, 1 alimento do grupo das carnes e ovos.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que contém uma orientação nutricional correta com relação à pré-eclâmpsia gestacional, descrita no documento “Atenção ao pré-natal de baixo risco” (2013).
Ingerir água durante as refeições principais, especialmente se forem mais ricas em sódio.
Excluir a gordura da alimentação durante a gestação, pois o consumo excessivo desse nutriente está associado ao risco de pressão alta e pré-eclâmpsia.
Fazer uso de suplementação de cálcio pode ter efeitos favoráveis na prevenção de pré-eclâmpsia entre gestantes de moderado a alto risco e com baixa ingestão desse mineral.
Orientar mulheres com fatores de risco para pré-eclâmpsia de que não devem utilizar sal no preparo dos alimentos nem acrescentar sal às preparações prontas.
Consumir sal light (cloreto de sódio com cloreto de potássio), um aliado do controle da pressão arterial e prevenção de edema.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Na gestação, em especial, o atendimento das recomendações nutricionais tem grande influência no ganho ponderal e no resultado obstétrico, peso e idade gestacional de nascimento. Sobre a avaliação do estado nutricional e as recomendações para o período gestacional, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O ideal é que o Índice de Massa Corporal (IMC) considerado no diagnóstico inicial da gestante seja o IMC pré-gestacional referido ou o IMC calculado a partir de medição realizada até a 13ª semana gestacional.
( ) Recomenda-se que a gestante seja pesada em todas as consultas de acompanhamento pré-natal. Já a estatura pode ser aferida apenas no primeiro atendimento, para todas as gestantes.
( ) As gestantes deverão apresentar ganho de peso diferente conforme o IMC pré-gestacional ou do início da gestação. Segundo IOM, para uma gestante com sobrepeso, recomenda-se o ganho de peso de 7,0 a 12,5 kg.
A sequência está correta em
V, V, V.
V, F, F.
V, V, F.
F, F, V.
F, V, F.
A estimativa de ganho de peso semanal para uma gestante baixo peso com 16 semanas de gestação, segundo o SISVAN é de, em Kg:
2,3.
1,6.
0,9.
0,5.
0,4
O nutricionista lotado no HUAP (Hospital Universitário Antônio Pedro) avalia uma paciente gestante, em seu último trimestre da gestação, da qual o acompanhamento do estado nutricional tem sido realizado utilizando o Caderno da Gestante, onde se pode observar o gráfico de IMC por semana gestacional, conforme figura a seguir.

Legenda:
O – obesidade
S – sobrepeso
A – adequado
BP – baixo peso
Por meio das informações contidas no gráfico, está correto afirmar que:
a gestante apresentou-se com sobrepeso ao final da gestação.
a curva de ganho de peso apresentou inclinação ascendente maior que a da curva que delimita a parte superior da faixa de estado nutricional inicial da paciente, indicativo de ganho de peso adequado.
o traçado ascendente indica ganho de peso inadequado e gestante em risco nutricional.
no caso de gestante adolescente, se ela engravidou com menos de dois anos após a menarca, a interpretação é igual para as gestantes adultas.
não há necessidade de realização de outros procedimentos complementares ao diagnóstico nutricional.
Na avaliação nutricional para gestante, de acordo com os valores de ganho de peso recomendado durante a gestação, a alternativa que representa o valor correto de ganho de peso total para uma gestante com sobrepeso é:
4-6 kg
5-9 kg
7-11 kg
7-12 kg
2-4 kg
Observe o gráfico a seguir que apresenta o índice peso / idade de quatro crianças, A, B, C e D, do sexo feminino.
De acordo com os dados apresentados na figura, os critérios adotados pelo Ministério da Saúde e pela Organização
Mundial da Saúde para a classificação do estado nutricional das crianças, assinale com V as afirmativas verdadeiras e
com F as falsas.
( ) A criança A apresenta baixo peso para a idade.
( ) A criança C apresenta baixo peso para a idade.
( ) A criança B apresenta peso elevado para a idade, mas requer avaliação dos índices de peso / estatura ou IMC / idade para um adequado diagnóstico nutricional.
( ) A criança D apresenta peso adequado para a idade.
Assinale a sequência correta.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Para avaliação nutricional de crianças, devem ser mensurados e avaliados de acordo com as curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde o peso e a estatura.
Analise as assertivas abaixo em relação à análise antropométrica de uma gestante adolescente, de acordo com o manual de “Orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em serviços de saúde” (Ministério da Saúde):
I. Para adolescentes que engravidaram dois ou mais anos após a menarca (em geral, maiores de 15 anos), a interpretação dos dados é equivalente a das adultas.
II. Deve-se tratar a gestante adolescente como de risco nutricional, reforçar a abordagem nutricional e aumentar o número de reconsultas.
III. As adolescentes com menos de dois anos após a menarca devem ter sua altura mensurada em todas as consultas, pois se encontram ainda em fase de crescimento. O mais importante é acompanhar o traçado da curva de IMC por semana gestacional, que deverá ser ascendente ao longo das consultas.
IV. Para as que engravidaram com menos de dois anos após a menarca, é provável que muitas sejam classificadas como de excesso de peso.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas I, II e III.
Apenas I, III e IV.
I, II, III e IV.
A avaliação do peso ao nascer é o primeiro diagnóstico nutricional, feito imediatamente após o nascimento. Este peso reflete os problemas nutricionais ocorridos durante a gestação. Pode-se classificar o estado nutricional de uma criança com peso de 1.400g imediatamente após o nascimento em:
Muito baixo peso ao nascer.
Baixo peso ao nascer.
Peso adequado.
Desnutrido.
Eutrófico.
Assinale a alternativa correta em relação à avaliação nutricional de gestantes.
A partir do segundo e terceiro trimestres gestacionais, o ganho de peso adequado depende do estado nutricional da gestante.
No primeiro trimestre gestacional, a perda de peso (até 10% do peso pré-gestacional) é considerada uma situação prevista e que não compromete a saúde do binômio mãe/filho.
O instrumento utilizado pelo Ministério da Saúde para avaliar o estado nutricional de gestantes é a Curva de Rosso. Esse instrumento utiliza a relação peso por estatura em percentagem de adequação.
A OMS recomenda que gestantes com IMC pré-gestacional > 40 kg/m2 reduzam entre 5 – 10 % do peso para evitar diabetes gestacional e síndrome hipertensiva gestacional.
As novas diretrizes da OMS recomendam que gestantes eutróficas ganhem entre 8 a 10 kg de peso durante o período gestacional.
A partir do manual de orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em serviços de saúde, do Ministério da Saúde, a avaliação antropométrica de gestantes deve seguir algumas orientações. Sobre elas, assinale a alternativa correta.
Para o cálculo da semana gestacional, arredonde a semana gestacional sempre para cima, considere a semana seguinte. Exemplo: Gestante com 12 semanas e 2 dias = 13 semanas.
Para avaliar o estado nutricional da gestante, é necessário que, na primeira consulta, seja realizada a aferição do peso e da estatura da mulher, além do cálculo da semana gestacional.
A classificação do IMC se dá a partir do valor do peso aferido, dividido pela altura ao quadrado, de acordo com a classificação do OMS/95 para adultos.
A única classificação que difere dos adultos (OMS/95) é o ponto de corte para classificação de baixo peso materno, sendo essa diferença atribuída aos cuidados necessários para minimizar os riscos de retardo de crescimento intrauterino, baixo peso ao nascer, prematuridade e outras possíveis complicações maternas e neonatais.
A estatura da gestante adulta e da gestante adolescente deve ser aferida todos os meses.