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Segundo LOPES (2015), qual a função do sistema complemento presente em lesões perirradiculares?
Opsonização, fagocitose, citólise de microganismos.
Opsonização, quimiotaxia, produção de citocinas.
Produção de citocinas, fagocitose, formação de complexos imunes.
Opsonização, quimiotaxia, citólise de microganismos.
O abscesso periapical é causado pelo acúmulo de células inflamatórias agudas no ápice de um dente necrosado. As lesões podem se originar como uma alteração periapical inicial ou a partir de uma exacerbação aguda de uma lesão inflamatória periapical crônica. Em relação a esta patologia, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Os estágios iniciais produzem sensibilidade do dente afetado, podendo ser aliviado pela aplicação direta de pressão.
( ) O principal sinal característico é a reabsorção da coroa.
( ) Sinal de radiolucidez ao exame radiográfico está sempre presente.
( ) Trauma oclusal pode ser um fator etiológico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
F V V F.
V V F V.
V F F F.
V F F V.
São achados clínicos geralmente observados no abscesso periodontal, exceto:
Dor
Necrose pulpar
Elevação do dente
Mobilidade dentária
Fragilidade na gengiva
Jovem com 17 anos, ao ser examinado, foi diagnosticado com abscesso apical crônico com presença de fístula. O diagnóstico foi confirmado pelo odontólogo utilizando o método da fistulografia. Com esse diagnóstico, quando houver fístula mucosa ou cutânea, de origem dental, na tomada de radiografia, o procedimento semiológico mais recomendado para identificar a localização exata da causa (lesão) determinante, consiste em
introduzir na fístula um cone de guta-percha nº 20 ou 25 até encontrar uma discreta resistência e, realizar radiografia periapical.
realizar radiografias periapicais em várias angulações para observar o trajeto fistuloso.
injetar através de fístula, uma solução oleosa contrastante à base de bário.
utilizar a técnica do paralelismo para melhor visualização do trajeto fistuloso.
Paciente N.J., 25 anos, procura atendimento na UBS queixando-se de dor espontânea, pulsátil e localizada. Ao exame clínico, observou-se extrusão e mobilidade dentária, dor à percussão e sensibilidade à palpação no nível do ápice, e ainda ausência de edema e de vitalidade pulpar. De posse dessas informações podemos concluir que estamos diante de:
Abscesso dento-alveolar agudo inicial
Pulpite crônica
Abscesso dento-alveolar crônico
Pulpite crônica
Abscesso dento-alveolar agudo evoluído
São sinais e sintomas de um abscesso dentoalveolar agudo na fase inicial, exceto:
dor espontânea localizada, intensa e pulsátil.
ausência de vitalidade pulpar.
dor à percussão vertical.
presença de sinais radiográficos significantes.
Homem com 30 anos procurou atendimento odontológico relatando febre e mal-estar. Clinicamente, há tumefação rígida sem ponto de flutuação associada ao elemento dentário 13. Os testes de sensibilidade pulpar foram negativos e os testes de percussão e palpação deram positivos. Radiograficamente há lesão periapical. O provável diagnóstico é de
pulpite irreversível.
abscesso periapical agudo em evolução.
periodontite apical aguda traumática.
pulpite hiperplásica.
Um paciente, do gênero masculino, 41 anos de idade, apresentou-se no serviço de urgência, com um quadro doloroso dor no dente 15. Ao ser examinado, observou-se que havia um grau de gengivite associada a placa bacteriana, com presença de sangramento em todos os sextantes. Clinicamente observou-se também sensibilidade acentuada ao teste de percussão e teste de vitalidade pulpar negativo, com presença de cárie secundária. Durante a sondagem foi verificada a presença de perda óssea com profundidade de 7mm de sondagem na face mesial do dente 15, com exsudato purulento. O diagnóstico e o tratamento adequados para o caso são:
abscesso periapical agudo; tratamento endodôntico drenagem via sulco.
lesão endoperiodontal; tratamento endodôntico e antibioticoterapia
abscesso periodontal; raspagem com acesso cirúrgico e antibioticoterapia.
periodontite apical aguda; tratamento endodôntico e antibioticoterapia
lesão endoperiodontal; tratamento endodôntico e tratamento periodontal
Como são denominadas as células de defesa presentes em lesões perirradiculares que apresentam como principal função a grande produção de anticorpos?
Linfócitos B.
Sistema complemento.
Citocinas.
Linfócitos T CD4+.
Plasmócitos.
A natureza evolutiva do abscesso periapical agudo faz com que o paciente experimente sensações dolorosas importantes associadas a alterações faciais e sistêmicas. A intervenção profissional não promove, necessariamente, o desaparecimento imediato dos sinais e sintomas. Isto faz com que diferentes abordagens de tratamento, tanto local quanto sistêmico, sejam instituídas pelos profissionais, independentemente da fase evolutiva em que se encontra essa doença periapical: inicial, em evolução e evoluído. A conduta mais adequada de tratamento, numa sequência lógica, seria:
O paciente deve ser encaminhado diretamente para o endodontista realizar o tratamento endodôntico.
Tentativa de drenagem da coleção purulenta, abertura coronária, medicação intracanal antisséptica e selamento provisório.
Abertura coronária, medicação intracanal antisséptica e selamento provisório. Terapêutica medicamentosa sistêmica, quando necessária.
Apenas terapêutica medicamentosa sistêmica até cessar em os sinais e sintomas agudos.
Tentativa de drenagem da coleção purulenta, abertura coronária com neutralização imediata e traspasse foraminal, medicação intracanal antisséptica e selamento provisório. Terapêutica medicamentosa sistêmica, quando necessária.
Em casos de abscessos periodontais com acentuada tumefação, tensão e dor, recomenda-se como tratamento inicial e único:
compressão e debridamento do tecido mole.
cirurgia periodontal.
incisão e drenagem.
raspagem e alisamento radicular.
administração sistêmica de antibiótico.
Sobre o abscesso periodontal e as urgências em odontologia, assinale a alternativa CORRETA.
Pode ser decorrente de exacerbação de periodontites pré-existentes.
Será sempre associado ao abscesso dentoalveolar.
Caracteriza-se pela ausência de exsudato purulento dentro da bolsa periodontal.
Não é possível associá-lo a uma terapia periodontal inapropriada, mesmo que o abscesso tenha sido detectado após a sua realização.
Não há destruição de ligamento periodontal nem osso alveolar.
Os abscessos periodontais são uma das principais causas que levam o paciente a procurar cuidados emergenciais em clínicas odontológicas. Assinale a alternativa que apresenta características da patogênese e histopatologia dos abscessos periodontais.
O curso da reação inflamatória e a extensão da destruição do tecido conjuntivo é determinada pelo número de fungos e vírus presentes na cavidade oral do indivíduo imunologicamente debilitado.
Histologicamente são encontrados leucócitos na área central do abscesso e perto dos debris de tecido mole. Em um estágio posterior, organiza-se uma membrana piogênica, composta de hemácias e linfócitos.
O abscesso periodontal é formado por abertura devido a trauma na entrada da bolsa periodontal, o que resulta na extensão da infecção em direção ao tecido mole da parede da bolsa. Isso leva à formação de um infiltrado inflamatório.
A secreção purulenta formada é consequência do encapsulamento da massa bacteriana e da reação inflamatória aguda do tecido, e nela estão presentes uma alta concentração de leucócitos promovendo destruição do tecido conjuntivo.
O índice de destruição tecidual dentro da lesão dependerá do crescimento do fungo no interior do foco e de sua virulência, bem como do pH local. Um meio ambiente ácido favorecerá a atividade das enzimas lisossômicas e promoverá destruição tecidual.
Sobre o diagnóstico de tratamento de afecções bucais, dentárias e maxilofaciais, assinale a alternativa CORRETA.
Nos casos de abcesso periodontal agudo, pode haver mobilidade e extrusão dental.
Nos casos de abcesso periapical crônico, a dor é espontânea e o edema é evidente com ponto de flutuação.
Nos casos de abcesso periapical crônico, o dente envolvido é sempre assintomático e, radiograficamente, há apenas um espessamento do ligamento periodontal.
Nos casos de palpite em fase de transição, a dor é provocada tanto pelo frio quanto pelo calor, bem localizada e com declínio rápido da dor.
Granulomas e cistos são alterações periapicais crônicas, que radiograficamente apresentam rarefação óssea circunscrita e respondem positivamente ao teste térmico com o frio.
“Causado por uma necrose pulpar apresenta coleção purulenta, edema flutuante e amolecido, dor e presença de ponto de flutuação. O tratamento consiste em abertura do canal radicular e drenagem que pode ser intra ou extraoral.” Qual é essa urgência odontológica?
Trismo.
Avulsão dentária.
Abscesso periodontal.
Abscesso periapical agudo – fase evoluída.
Acerca do diagnóstico e do tratamento de lesões endoperiodontais, segundo Carranza et al. (2016), assinale a opção correta.
Nas lesões endoperiodontais independentes, apenas a terapia endodôntica é necessária para que a cicatrização completa ocorra.
Lesões apicais provenientes de uma infecção pulpar primária levam a uma periodontite retrógrada que migra da cervical do dente em direção ao ápice da raiz.
A infecção endodôntica não tratada pode levar à formação de bolsas aumentadas e perda óssea, atividade osteoclástica e subsequente reabsorção óssea.
O alisamento radicular e a curetagem excessivas que removem o cemento e a dentina da superfície radicular estimulam o alargamento dos canais pulpares.
Antibióticos são necessários mesmo após drenagem adequada, por meio de incisão e drenagem, desbridamento e medicação do sistema de canais.
Com relação às patologias perirradiculares, está incorreto afirmar:
Na periodontite apical aguda ocorre dor intensa, espontânea e localizada. Pode também haver extrema sensibilidade ao toque do dente e sensação deste estar crescido.
No abscesso perirradicular agudo, células inflamatórias (principalmente neutrófilos) e bactérias são detectadas histologicamente.
Na periodontite apical crônica, há reabsorção óssea e os sinais e sintomas estão ausentes.
O cisto perirradicular é sempre originado de um granuloma que se tornou epiteliado. Porém, nem todo granuloma pode se tornar um cisto.
Lesão geralmente encontrada ao redor dos ápices de dentes ínfero-posteriores, os quais apresentam uma inflamação pulpar ou necrose, pode ser assintomática ou estar associada à dor, representa um aumento no osso trabecular em resposta à irritação persistente. A lesão acima descrita trata-se segundo TORABINEJAD (2010) de:
Cisto Odontogênico Calcificante
Osteíte Condensante
Abscesso Dento Alveolar Crônico
Hipercementose
De acordo com TORABINEJAD (2010), são sinais e sintomas presentes na osteíte condensante, exceto:
Aumento do osso trabecular em resposta a uma irritação persistente.
Geralmente encontrada ao redor dos ápices de dentes ínfero – posteriores.
Histologicamente, existe uma diminuição no osso trabecular disposto irregularmente e inflamação.
Presença de uma radiopacidade difusa em forma concêntrica ao redor da raiz.