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O exame radiográfico que detecta área radiolúcida atingindo a junção amelodentinária é indicativo da presença de processo de desmineralização da dentina e conseqüentemente cavitação no esmalte.
No período de maturação pré-eruptiva, existe uma maior absorção de minerais e de flúor pelo esmalte dentário.
A utilização de flúor fosfato acidulado ou neutro para aplicações tópicas depende não só da reatividade maior do primeiro, mas do tipo de material restaurador presente na boca do paciente e do número e freqüência das aplicações.
O acúmulo de placa com potencial cariogênico sobre a superfície dentária ocorre predominantemente em locais expostos à função mecânica bucal.
O CaF2 tem solubilidade ilimitada na saliva, permanecendo no esmalte e no biofilme dentário durante semanas, após única aplicação tópica de flúor.
O ionômero de vidro utilizado como selante apresenta mecanismo de retenção à superfície do esmalte igual ao do selante resinoso.
No esmalte fluorótico, a camada superficial é hipomineralizada.
Uma seqüela possível do tratamento oncológico é a cárie de radiação. Nesse tipo de cárie, toda a área cervical do dente é atingida, gerando uma imagem radiográfica característica, uma sombra radiolucente na cervical. Isso se dá devido a alterações salivares causadas pela radiação terapêutica.
O benefício do selante aumenta quando ele é aplicado em superfícies de alto risco à cárie ou que já possuam uma lesão incipiente de cárie.
A radiografia é fundamental na identificação de lesões de cárie oclusais incipientes.
Métodos preventivos, como a fluoretação das águas e o uso de dentifrícios fluoretados, impedem o aparecimento de novas lesões de cárie.
O DIAGNOdent utiliza um diodo a laser para a detecção de cáries em superfícies oclusais e proximais.
A detecção radiográfica da cárie proximal depende da perda de tecido mineralizado em quantidade suficiente para resultar em alteração detectável na densidade radiográfica. Por causa da proximidade dos dentes, freqüentemente, pequenas lesões ou até lesões maiores podem não ser detectadas dessa forma. Assim, a verdadeira profundidade da lesão é usualmente maior do que aparece na radiografia. Pelo menos 70% de desmineralização é requerida para a detecção radiográfica de uma lesão de cárie.
A concentração de flúor iônico no plasma aumenta com a idade.
A clorexidina reduz a formação de placa mesmo na presença de sacarose e ausência da escovação.
A sondagem de cicatrículas e fissuras aumenta a fidelidade do diagnóstico.
O aconselhamento dietético é primordial para as mudanças de hábito necessárias ao controle da cárie dentária. Entre as medidas mais simples, está a recomendação de eliminar alimentos à base de sacarose entre as refeições principais, chamando a atenção do paciente para alimentos com “açúcar oculto”.
Atualmente, a velocidade de desmineralização das superfícies dentárias está muito mais lenta, presumivelmente em decorrência do uso universal de produtos fluoretados e também porque, como antes do aparecimento de cavidade o processo pode ser reversível, a detecção das lesões sem cavidade está-se convertendo em uma prioridade no diagnóstico contemporâneo.
O tecido cariado de uma lesão aguda apresenta a dentina com aspecto escurecido e endurecido. Os instrumentos de números 17 e 19 são escavadores que geralmente se mostram adequados para a remoção dessa dentina cariada.