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Dentifrício fluoretado é importante para crianças e adolescentes, não exercendo papel importante no mecanismo de controle de cárie do adulto.
A cárie em superfícies proximais tem como localização preferencial a região mais cervical e a vestibular do ponto de contato devido ao maior acúmulo de placas bacterianas nessas áreas. Estas lesões cariosas têm velocidade rápida de progressão e necessitam de abordagens precoces e invasivas.
Descolorações marginais, de superfície e de corpo apresentadas por uma restauração são sinais que devem levar à substituição da restauração.
Aplicações tópicas semestrais de gel fluoretado a 1,23% potencializam o risco de intoxicação crônica pelo flúor.
As lesões de cárie podem ser classificadas em ativas ou inativas. A principal diferença das lesões de cárie no esmalte diz respeito à coloração.
Uma resposta dos tecidos dentários às agressões de cárie crônica é o desenvolvimento de um tecido mineralizado (dentina terciária) sob a lesão, que diminui o volume pulpar e pode ser visto radiograficamente. Usualmente, a área do corno pulpar mais próxima à lesão desaparece.
A conduta para pacientes em atividade de cárie envolve o uso de flúor como agente terapêutico, adoção de medidas educacionais para o paciente relativas ao autocuidado e dieta, além de um controle profissional.
Pacientes com cáries rampantes em dentes anteriores devem ser tratados primeiramente com o emprego de resinas compostas.
A cárie radicular apresenta uma maior prevalência em idosos. Os molares são os dentes mais afetados, e os incisivos inferiores, os menos afetados.
A instrução e o treinamento no controle da placa devem considerar as variações de velocidade de progressão de cárie associadas a diferentes faixas etárias e também as variações individuais, dentro da mesma faixa de idade.
É importante a aplicação do condicionamento ácido por, no mínimo, 1 minuto para que seja efetiva a adesão do selante resinoso.
As lesões de cárie limitadas ao esmalte geralmente são tratadas de forma invasiva.
Indivíduos cárie-ativos, crianças logo após erupção dentária, indivíduos com xerostomia, com dificuldades motoras que impedem o autocuidado, em tratamento ortodôntico, após cirurgia periodontal e após reabilitações necessitam de aplicação de flúor tópica profissional como medida de controle.
Selantes só devem ser indicados se houver certeza absoluta da ausência de lesão cariosa, mesmo que incipiente, nas cicatrículas e fissuras.
O uso de selantes resinosos tem sido preconizado para proteger fisicamente as áreas do dente mais suscetíveis a cárie. Para a inserção do agente selador, o clínico deve cercar-se de todo cuidado necessário. Durante o condicionamento ácido, é preferível o uso de ácido sob a forma em gel por sua propriedade tixotrópica.
Em crianças com alto índice de cárie, deve-se optar por selantes à base de cimento de ionômero de vidro.
Em casos de pequenas lesões de cárie na superfície oclusal que atingem a junção amelodentinária, é correto utilizar a técnica de restauração preventiva, que associa resina composta ou ionômero de vidro com selantes.
O verniz fluoretado age pela liberação de etanol e pela incorporação simultânea de água, fazendo que a resina insolúvel forme uma película sobre o tecido dentário sob o qual o flúor é liberado pouco a pouco.
Os ionômeros de vidro utilizados como selantes de sulcos e fissuras podem substituir os selantes resinosos em qualquer situação.