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Marque a alternativa na qual a utilização da Técnica Restauradora Atraumática (ART) não representa a melhor alternativa de tratamento.
Cavidade rasa na superfície oclusal de dentes decíduos.
Lesão cervical cariosa de profundidade rasa, na superfície vestibular de caninos permanentes em pacientes com alta atividade de cárie.
Cavidade Classe IV em incisivos superiores decíduos.
Lesão proximal tipo túnel em pré-molar superior permanente.
Para restauração de uma cavidade de classe III com cimento de ionômero de vidro fotoativado, a parede axial deve ser plana. Utiliza-se, nesse caso, a broca do tipo roda para a retenção adicional nos ângulos diedros.
A falha mais comum de restaurações de classe V em resina composta é a perda da restauração, devido ao fato de as lesões cervicais serem geralmente expulsivas e parte das margens cavitárias estar localizada em dentina.
Durante a inspeção visual dos dentes realizada em paciente com 29 anos, sexo feminino, é importante observar algumas situações, como
presença de numerosas restaurações, sugerindo propensão a cárie dentária aliada a cuidados odontológicos regulares.
coloração anormal de um dente, refletindo a incorporação de materiais pigmentados durante a sua formação.
extração de numerosos dentes devido a cárie dentária, sugerindo elevada atividade da doença.
padrão generalizado de dentes supranumerários, indicando uma doença infecciosa no período de formação dos dentes.
faltas de dentes na área superior posterior, sugerindo que os dentes foram perdidos por traumatismo.
A restauração destes dentes requer o preparo cavitário Classe
I.
II.
III.
IV.
V.
Na execução de um preparo cavitário Classe I para uma restauração de amálgama no dente 27, em um paciente de 24 anos, sexo masculino, deve-se considerar a
I. necessidade de prover ângulos internos da cavidade arredondados, uma vez que ângulos vivos atuam como pontos de concentração de tensões e podem levar à fratura do remanescente dental.
II. natureza orgânica da dentina, na qual a lesão de cárie progride mais lentamente que no esmalte, requerendo acesso adequado ao tecido cariado, às custas de esmalte sadio.
III. consistência da dentina como um importante critério para guiar a remoção de tecido cariado, que deve ser integralmente removido.
IV. remoção ou reforço com materiais adesivos de todo esmalte socavado pela remoção de tecido cariado.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I e III.
I e IV.
II e III.
II e IV.
A condição descrita é compatível com o diagnóstico de
atrição dental.
hipoplasia de esmalte.
abrasão dental.
erosão dental.
abfração.
Paciente com 17 anos de idade, sexo feminino, apresenta perda de estrutura dental na superfície oclusal dos molares e na superfície palatina dos dentes anteriores e prémolares.
Ao analisar os dados existentes no prontuário odontológico da paciente, alguns fatores devem receber especial atenção, como
gravidez, que predispõe a vômitos recorrentes.
uso de medicamentos, pois benzodiazepínicos ocasionam redução do fluxo salivar.
práticas esportivas, como natação, que predispõe à respiração oral.
profissão, uma vez que a exposição a metais pesados resulta em perdas minerais.
hipertensão arterial, devido às condições metabólicas alteradas.
Com relação à forma de conveniência do preparo cavitários é INCORRETO afirmar:
este ato operatório depende das propriedades do material restaurador, dos métodos empregados para confecção da restauração e da localização e extensão da lesão.
quando houver necessidade de aumentar a extensão da cavidade, para facilitar a instrumentação, esse acesso, sempre que possível, e por motivos estéticos, deve ser feito por vestibular.
nos casos de cárie incipiente em cavidade de classe II, o acesso à lesão proximal para instrumentação, por meio das faces oclusal ou vestibular, mesmo que estas não estejam cariadas, é considerado uma forma de conveniência.
a confecção da parede pulpar inclinada de vestibular para lingual em pré-molares inferiores, e da parede axial convexa em preparos de classe V, acompanhando a superfície externa do dente, evita a exposição pulpar e preserva a estrutura dentária.
Paciente de 72 anos compareceu ao consultório queixando- se de dentes amarelados. Ao exame clínico, notou-se cor amarelo claro em todos os dentes. Considerando as opções para clareamento de dentes, o tratamento correto para esse paciente é
microabrasão
restauração
clareamento externo caseiro
clareamento interno
clareamento interno e externo
O uso de ionômero de vidro como material restaurador é
apropriado, porém restrito devido ao alto custo do tratamento.
indicado, em função do risco à cárie apresentado pela paciente.
dependente do número de lesões de mancha branca ativas.
contra-indicado, em decorrência de suas limitações relativas a aspectos estéticos.
desnecessário, devido à idade da paciente.
É necessário o arredondamento do ângulo axiopulpar para caixas proximais em restaurações em amálgama. O mesmo procedimento não é obrigatório caso a restauração seja de resina composta.
Por se tratar de um material restaurador de custo relativamente baixo e facilidade técnica, o uso do amálgama dental tem sido bastante difundido na Odontologia em Saúde Pública. Em relação ao uso do amálgama, marque a alternativa INCORRETA.
Está indicado em restaurações de dentes decíduos e restaurações de Classe I, II e V, em dentes permanentes.
A proteção pulpar pode ser feita com verniz cavitário, adesivo dentinário ou cimento de hidróxido de cálcio, dependendo da profundidade da cavidade.
Pode ser combinado à resina na mesma cavidade, aderindo-se a ela pelo embricamento mecânico.
Pode ser combinado ao Ionômero de Vidro ou aos Cimentos resinosos, na técnica de restauração de amálgama adesivo.
Não apresenta bom comportamento em cavidades extensas com paredes sem suporte.
Para restaurar o dente 11 desse paciente, deve-se preocupar, especialmente, com a gradação da translucidez e opacidade das camadas da restauração, visto que esse quesito influencia grandemente no resultado estético obtido, pois modifica a percepção da cor da restauração.
O preparo cavitário tipo túnel está indicado para restauração de cavidade
Classe I, sem envolvimento de cúspide
Classe I, com envolvimento de cúspide
Classe II, sem envolvimento de crista marginal
Classe II, com envolvimento de crista marginal
Classe V, subgengival
Após a condensação do amálgama, a escultura deve
ser feita após polir o material.
deixar excessos na região proximal.
respeitar a oclusão com os dentes adjacentes.
respeitar o contorno anatômico do dente.
deixar os sulcos profundos.
Durante a restauração com compósitos, o uso de pequenos incrementos do material tem por objetivo
I. reduzir o estresse de contração de polimerização.
II. propiciar um bom acabamento da restauração.
III. evitar excessos interproximais, prevenindo a inflamação gengival.
IV. melhorar a justaposição do material com o ângulo cavossuperficial da cavidade.
É correto o que consta APENAS em
II e IV.
I e II.
II e III.
I e III.
I e IV.
Optando-se pela realização de restauração em resina composta no elemento 26 desse paciente, uma das dificuldades é a reprodução correta do ponto de contato. Para confeccioná-lo, pode-se utilizar a técnica do pré-cunhamento e(ou) utilizar pequenas porções, bolinhas, de resina pré-polimerizadas, que serão utilizadas para pressionar a matriz contra o dente adjacente.
Durante a anamnese, a paciente deve ser inquirida sobre alguns fatores que podem provocar refluxo, como
consumo de bebidas energéticas.
consumo diário de vitamina C.
contato com aerossóis.
manipulação de ácido sulfúrico.
bulimia.
Caso a opção para o dente 47 do paciente em questão seja a restauração em amálgama, uma opção segura para proteção do complexo dentinopulpar será o uso de cimento de hidróxido de cálcio, seguido pela aplicação de sistema adesivo. Esses dois materiais, em conjunto, são capazes de induzir uma resposta pulpar favorável, promover o selamento da superfície dentinária e resistir aos estímulos mecânicos gerados durante a função a que a restauração será submetida na cavidade bucal.