

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Com relação à forma de contorno do preparo cavitário é CORRETO afirmar, EXCETO:
idealmente, todo esmalte sem suporte dentinário, friável, deve ser removido.
o ângulo cavossuperficial do preparo deve se localizar numa área de menor resistência à cárie.
há diferenças entre os procedimentos para cavidades de cicatrículas e fissuras e daquelas de superfícies lisas.
do ponto de visto clínico, a extensão ideal da parede gengival dos preparos seria o mais distante possível do tecido gengival.
Em uma cavidade de classe II, quando a restauração for de resina composta, a caixa proximal deve ficar separada do dente vizinho em, no mínimo, 1,5 mm, para facilitar a inserção da luz polimerizadora.
Na escolha do material protetor e(ou) forrador para a troca da restauração do dente 26, deve-se considerar que a adesão às estruturas dentárias e um coeficiente de expansão térmica próximo ao da estrutura dentinária são propriedades desfavoráveis ao uso de cimentos ionômeros de vidro.
Para a confecção de preparo cavitário direto nas lesões Classe V, alguns cuidados são importantes, como remoção
da estrutura dental comprometida pela cárie, sem alterar o desenho da cavidade.
do tecido cariado com brocas esféricas em alta rotação, fornecendo o contorno da cavidade.
do esmalte sem apoio dentinário, que será reforçado posteriormente pelos materiais adesivos.
do esmalte com apoio dentinário, fornecendo o contorno da cavidade.
da dentina infectada, de coloração escura e consistência endurecida, com curetas.
Em relação à Técnica Restauradora Atraumática (ART), NÃO é correto afirmar que:
o preparo da cavidade se restringe à remoção do tecido cariado, com instrumentos manuais cortantes;
a remoção da lesão cariosa deve ser iniciada pela dentina amolecida presente na junção amelodentinária, seguindo para as paredes circundantes e, por fim, o fundo da cavidade;
não é necessário fazer proteção pulpar, uma vez que o CIV é um material biocompatível;
o cimento de ionômero de vidro tem uma boa aceitação por sua biocompatibilidade, adesividade e poder cariostático;
o ionômero de vidro pode ser utilizado como material provisório na fase de adequação do meio bucal.
Sobre as resinas compostas, é CORRETO afirmar que:
a contração de polimerização das resinas fotoativadas se dá em direção à luz;
na composição das resinas compostas fotopolimerizáveis o Ester-fosfórico de Bis-GMA é a substância iniciadora do processo de polimerização;
o módulo de elasticidade é muito importante no processo de contração de polimerização das resinas compostas;
quanto maior o módulo de elasticidade de uma resina, maior será a sua capacidade de aliviar as tensões induzidas quando da contração de polimerização;
o fator C expressa, em números, o momento em que a resina composta não é mais passível de deformação e pode ser controlada por técnicas diferenciadas de polimerização.
Em relação ao amálgama, é INCORRETO afirmar que:
a diminuição da infiltração marginal na interface dente-restauração ocorre com o passar do tempo;
as ligas com baixo teor de cobre apresentam maior resistência à corrosão;
o excesso de mercúrio na liga afeta a resistência de amálgamas sem fase gama2;
a inserção do amálgama deve ser iniciada nos ângulos diedros usando condensadores compatíveis com o tipo de liga utilizada;
uma liga ideal para amálgama deve apresentar um baixo valor de escoamento.
O sistema de espectroscopia por fluorescência a laser empregado para o preparo cavitário é classificado como um laser não cirúrgico, já que é utilizado na excitação da autofluorescência das substâncias dentais mineralizadas e desmineralizadas.
Clinicamente, a técnica incremental para a inserção da resina é um procedimento que minimiza a tensão gerada pela contração de polimerização.
Condensadores são instrumentais destinados à inserção do material restaurador na cavidade dentária.
Paciente em exame clínico apresenta lesões cariosas, sensibilidade dolorosa e medo à presença do dentista. Segundo os critérios específicos para tratamento restaurador, os critérios que indicariam a realização das restaurações são:
presença de sintomas de dor pulpar, cárie de superfície, tentativas anteriores de fracasso no tratamento à cárie.
ausência de cárie secundária, prejuízo de oclusão, boa situação de higiene bucal.
restauração em excesso, correta posição dos dentes na arcada, presença de resposta alérgica provida de materiais restauradores.
presença de cicatrículas em esmalte que não envolvem a dentina.
aparência estética satisfatória da restauração.
O preparo para a obtenção de um assoalho cavitário considerado clinicamente duro assegura a esterilidade da dentina por meio da ausência de microrganismos após a completa remoção do tecido cariado.
As ligas de amálgama com teor de fase gama 2 reduzida apresentam conteúdo de cobre de
9% a 30%.
45% a 50%.
3% a 6%.
60% a 75%.
35% a 45%.
A vantagem do uso de resinas compostas ativadas quimicamente é o tempo prolongado da polimerização, que facilita o trabalho do operador.
A integridade do diamante e sua aderência à haste metálica estão diretamente relacionadas à durabilidade das pontas utilizadas para preparos cavitários com ultrassom.
Quanto maior a área envolvida em uma restauração em resina composta fotopolimerizável, maior a contração de polimerização, maior a possibilidade de fendas e, consequentemente, maior a possibilidade de reincidência de cáries.
O acesso para o preparo é feito pela superfície oclusal, com a confecção de um slot autorretentivo restrito à superfície proximal.
A forma de conveniência, manobra incluída no tempo operatório de alisamento das paredes de esmalte, requer a eliminação de tecido dentário, processo que facilita o acesso à lesão, a adequada instrumentação cavitária e a inserção do material restaurador.
A polpa dentária é um tecido de origem epitelial que possui grande capacidade de reparo e regeneração.