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O torque representa a capacidade do instrumento rotatório de resistir à ação da pressão produzida pelo contato de superfície, sem que seu movimento seja interrompido. É bastante alto nos motores convencionais e suporta cargas superiores a 2.000 g sem que o instrumento pare de girar.
A adesão dos cimentos ionoméricos à estrutura dentária ocorre por meio do seguinte mecanismo: a superfície do dente é molhada por líquido; íons de hidrogênio do líquido reagem com a superfície mineralizada do dente e deslocam íons de cálcio e fosfato, que se ligam aos grupos hidroxila do cimento.
Com o objetivo de criar a ilusão de um dente incisivo mais estreito, o lóbulo mediano é aumentado, afastando-se os sulcos vestibulares.
O crescimento de estreptococos do grupo mutans é inibido na placa adjacente ao cimento de ionômero de vidro.
Em cavidades rasas e de média profundidade a serem restauradas com resina composta, o sistema adesivo é o agente protetor do complexo dentinopulpar.
Uma lesão corporal que resulte na perda de todos os dentes pode ser enquadrada como enfermidade incurável ou deformidade permanente.
Os cimentos de ionômero de vidro resinomodificados e os cimentos de policarboxilato de zinco estão indicados para proteção do complexo dentina/polpa em cavidades médias e profundas.
A cunha interproximal é indicada aos casos de cavidades de classe II, em que a extensão da margem da restauração se encontra em posição subgengival.
Os recortadores de margem gengival são usados especialmente para a planificação do ângulo cavossuperficial da parede gengival, para o arredondamento do ângulo axiopulpar e para a determinação de retenção na parede gengival de cavidade de classe II.
O fator de configuração cavitária não tem influência no resultado final de restaurações posteriores e é representado pela área da superfície a ser restaurada sobre a área da superfície livre.
Em pacientes idosos, os dentes escurecidos pela esclerose dos túbulos dentinários, com extensas restaurações antigas, manchadas e infiltradas, podem ser tratados pela troca dessas restaurações e posterior execução de facetas diretas de resina composta.
O preparo cavitário para resina composta em cavidade de classe II deve ser semelhante ao executado para amálgama convencional, agregando-se apenas a confecção de bisel em todo o ângulo cavo superficial, inclusive oclusal e gengival.
Os instrumentos abrasivos aglutinados, confeccionados com uma fina camada de abrasivo cimentado em base flexível, são instrumentos rotatórios de desgaste.
Em cavidades profundas a serem restauradas com resina composta, o sistema adesivo deve ser precedido por uma base biologicamente compatível.
A intoxicação aguda por íon flúor pode causar efeitos na dentição decídua e(ou) permanente, evidenciadas clinicamente pelo aparecimento de opacidades simétricas envolvendo todos os dentes ou grupos deles.
Os cimentos ionoméricos indicados para restauração do tipo túnel são os restauradores convencionais, modificados por resina ou reforçados por prata.
Os produtos de corrosão que ocorrem com maior freqüência nas ligas convencionais de amálgama são os óxidos e os cloretos de estanho, que também ocorrem nas ligas ricas em cobre.
Em cavidades de classe IV e de classe III, com parede lingual ou palatina quase íntegras, deve-se utilizar somente a resina composta de translucidez média; já nos casos de ausência de parede palatina, é necessário o emprego de resina opaca para obtenção de estética mais favorável.
Mesmo nos sistemas adesivos modernos, o mecanismo de adesão é exclusivamente mecânico.
É importante observar a compatibilidade ou a possibilidade de reação química e adesão entre os sistemas adesivos e os materiais resinosos. Há incompatibilidade apenas entre materiais foto ativados e quimicamente ativados.