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Para restaurações de classe V, é preferível a utilização de resinas compostas de micropartículas, que possibilitam melhor polimento superficial.
Em relação ao esmalte e à dentina, que possuem coeficientes de expansão térmica linear de 11,4 e 8,3 respectivamente, os materiais restauradores, cujos coeficientes se aproximam desses valores são, em primeiro lugar, a resina composta, depois, o ionômero e, por último, o amálgama.
O slot horizontal é um preparo estritamente proximal para amálgama cuja melhor e mais comum indicação é a ausência de dentes vizinhos, sendo muito bem indicado em pacientes jovens, como crianças com erupção incompleta dos dentes permanentes.
O agente etiológico determinante para a lesão de cárie e doença periodontal é a placa bacteriana. O subcontorno favorece a retenção de placa bacteriana e o sobrecontorno apresenta rara inflamação gengival significativa.
A capacidade do ionômero de vidro de unir-se quimicamente ao dente, aliada ao seu coeficiente de expansão térmica linear próximo ao das estruturas dentárias, contribui para a manutenção do vedamento marginal e para maior longevidade das restaurações com o referido ionômetro.
A longevidade das restaurações de amálgama depende de vários fatores, tais como a qualidade do material, a técnica do operador e as condições de manutenção do paciente fora de risco à atividade de cárie.
O ângulo incisal do incisivo central, na área mesoincisal, é arredondado e, na área distoincisal, é quase reto.
A camada híbrida pode ser definida como a interpenetração de um monômero à superfície do esmalte desmineralizada, formando uma camada ácido-resistente.
Os contatos proximais deverão ser mantidos em dentes naturais sempre que possível.
Quanto menor for a espessura da dentina entre o assoalho da cavidade e a polpa, menor será a resposta inflamatória a qualquer procedimento operatório.
As facetas de porcelana podem sofrer fraturas durante a função. A maioria destas ocorre devido a profundidade inadequada do preparo, oclusão mal-ajustada, ou parafunção.
A concentração de mercúrio é menor nas áreas marginais. Esse menor conteúdo é importante porque essas áreas são críticas quanto a corrosão, fratura e cárie secundária.
Em relação à geração de calor, os procedimentos decorrentes do acabamento e polimento de restaurações de amálgama devem ser executados cuidadosamente. Qualquer temperatura acima de 40 ºC provoca liberação de mercúrio.
As resinas compostas de baixa viscosidade são micro-híbridas com 37% a 60% em volume de partículas inorgânicas. Como desvantagem, apresentam menor resistência à abrasão e maior contração de polimerização.
Com relação aos princípios oclusais em dentística restauradora, A alternativa correta é:
Verificar se no movimento protrusivo e de lateralidade ao dente, após restaurado, não interfere nas respectivas guias de desoclusão.
Não se deve observar após a restauração os lados de trabalho e balanceio.
Deve-se, sempre que possível, estabelecer contatos oclusais na interface dente/restauração.
Permitir que o contato fique "alto" na máxima intercuspidação habitual.
Uma vez diagnosticado o contato prematuro após a restauração, está contra-indicado o ajuste oclusal à restauração.
A degradação marginal das restaurações de amálgama depende de estresse/corrosão observado na superfície oclusal e está inversamente relacionado com as propriedades do creep do amálgama, ou seja , alto creep corresponde a baixa degradação.
O uso do clareador acarretará necessidade de reavaliação das restaurações existentes, pois, provavelmente, ao final do tratamento clareador, elas estarão com a cor discrepante.
Alguns amálgamas de fase dispersa continuam a se expandir pelo menos por dois anos.
Em uma restauração com resina composta, o preparo cavitário em dentes anteriores deve ser biselado no ângulo cavo superficial, com a finalidade de diminuir a energia livre de superfície, de modo a aumentar a retenção do material restaurador.