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o contorno ou anatomia incorretos.
Na reação de cristalização do amálgama, ocorre a formação de diferentes fases. A fase mais resistente é a gama 2, e a menos resistente e suscetível a corrosão é a gama.
Devido a exposição de áreas radiculares, é recomendável que se dê preferência ao clareamento caseiro com peróxido de carbamida 10%, 15% ou 20% e, na confecção da moldeira, atenção especial deve ser dada para reduzir o contato do gel com a superfície radicular exposta.
O hidróxido de cálcio apresenta pH entre 4 e 5 e tem ação bactericida e bacteriostática, impedindo a migração e a sobrevida de bactérias.
As brocas ou pontas diamantadas normalmente utilizadas para os preparos cavitários de classe II de Black para resina composta são as de números 245, 330, 1.014 ou 1.151.
A vantagem do uso noturno do clareador caseiro é a diminuição do fluxo salivar durante o sono, evitando-se a remoção do gel.
O preparo cavitário de classe III de Black para ionômero de vidro difere do preparo para resina composta pelo ângulo cavossuperficial, que deve ser nítido e sem bisel.
A presença constante de ácidos na cavidade bucal deteriora as superfícies oclusais e incisais. Se o ácido tem origem intrínseca, ocorre desmineralização da superfície palatina de todos os dentes, mas com muito mais intensidade no arco superior anterior, caracterizando o quadro clínico que tem sido denominado de perimólise.
O conhecimento do fator etiológico dessa lesão é importante para prevenir a formação de novas lesões, evitar a progressão de lesões preexistentes e determinar o tratamento mais apropriado.
Durante o período de clareamento caseiro, é necessário evitar o consumo de alimentos defumados e a ingestão de álcool, café, chá, refrigerantes, sucos ou qualquer líquido altamente corado.
No Brasil, continua a necessidade do amálgama como material restaurador, principalmente em saúde pública. Para que apresente um bom desempenho clínico, é importante que seja corretamente indicado, como nos casos de restaurações de classes I, II e V, em dentes posteriores, restaurações de classe III, em distal de canino sem comprometimento estético e restaurações de classe V, vestibulares em dentes anteriores.
As restaurações de classe V são passíveis de reincidência de cáries, sendo que existe uma diferença entre a etiologia dessas cáries reincidentes e a das cáries iniciais.
Mesmo os sistemas adesivos mais modernos requerem o uso prévio de ácido fosfórico.
O clareamento interno tem longevidade assegurada devido à remoção do fator causal durante a execução do procedimento.
As erosões que acometem a face interna dos dentes são provocadas por ácidos de origem exógena, como o fosfórico e o cítrico, presentes nos alimentos.
A inflamação gengival é rara em restaurações subgengivais, apesar de as bactérias colonizadas nessa região formarem placas inacessíveis ao paciente.
a insatisfação do paciente com a cor das restaurações de metal dos dentes posteriores.
A contração de polimerização das resinas compostas é um dos principais problemas inerentes a essa classe de materiais. Entretanto, outros fatores devem ser considerados ao se escolher uma resina composta, como, por exemplo, o módulo de elasticidade.
No preparo para faceta de um dente com pouco ou nenhum manchamento, mas com defeitos no esmalte, deve-se tentar o maior desgaste possível para que se obtenha resultado estético favorável.