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O cimento de hidróxido de cálcio não é usado como material de proteção direta, pois produtos de sua composição podem agredir o tecido pulpar.
Todos os sistemas adesivos requerem o condicionamento com ácido fosfórico com concentração de 10% a 37%.
Durante a reação de polimerização das resinas compostas, ocorre a conversão dos monômeros em polímeros. Potencialmente, os materiais que apresentam baixo grau de conversão, são mais tóxicos pois, quanto maior a quantidade de monômeros livres, maior a toxidez.
uso de amálgama para restaurar os dentes 46 (MO) e 35(OD).
As diferenças nos padrões alimentares, nos níveis de força mastigatória e no meio ambiente bucal representam um papel significante no processo de desgaste das resinas compostas.
Existem vantagens inerentes ao amálgama, se comparado aos outros materiais restauradores. Entre elas, pode-se citar custo operatório menor, excelente resistência ao desgaste e presença de autovedamento, que provoca resistência à microinfiltração.
Se o contato prematuro estiver no dente a ser restaurado e for envolvido pelo preparo, o ajuste oclusal pode ser desnecessário; se não for envolvido pelo preparo, o ajuste oclusal deve ser realizado após a restauração.
Os selantes cavitários, vernizes e adesivos dentinários, produzem uma película protetora que reveste a superfície dentinária após preparo cavitário, tornando os túbulos dentinários menos permeáveis.
As resinas para dentes posteriores mais viscosas, denominadas condensáveis, sofrem alterações de volume quando forças de compressão são exercidas sobre elas.
A técnica de clareamento externo tem a grande vantagem de ser permanente.
O risco principal da equipe odontológica está relacionado com o contato do mercúrio com a pele.
A liberação de flúor ocorre, na mesma intensidade, tanto nos cimentos ionoméricos convencionais quanto nos resinomodificados. Entretanto, os compômeros apresentam menor liberação de flúor.
A liberação de flúor e a união à estrutura dental do cimento ionomérico reduzem a possibilidade de invasão bacteriana.
As resinas compostas ditas condensáveis apresentam teoricamente algumas vantagens sobre as de indicação universal, tais como facilidade de reprodução do contorno e dos contatos proximais, menor contração de polimerização e facilidade de escultura.
O espaço biológico periodontal pode ser corretamente definido como a distância entre a margem livre gengival e a crista óssea alveolar.
O cimento de ionômero de vidro, como material restaurador, libera fluoretos que ajudam na remineralização de lesões incipientes de cárie.
Os ionômeros modificados por resina apresentam coeficiente de expansão térmica linear menor que os ionômeros convencionais.
O principal benefício presumível de um adesivo que contenha carga inorgânica é aumentar o valor do módulo de elasticidade na interface entre o dente e a restauração.
Em casos de lesões de cárie subgengivais, obrigatoriamente haverá necessidade de cirurgia periodontal.
Na técnica do autocondicionamento, são utilizados ácidos inorgânicos e(ou) monômeros ácidos que, após a dissolução do esfregaço, desmineralizam a dentina intertubular, penetrando na rede de colágeno e nos túbulos dentinários.