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Na maioria dos cimentos ionoméricos atuais, o ácido está sob forma de um copolímero com ácido itacônico, maléico, ou tricarboxílico, os quais tendem a aumentar a reatividade do líquido, mas aumentam também a viscosidade e a tendência para a geleificação.
Restaurações de amálgama com falhas não podem ser reparadas.
As restaurações em amálgama continuam sendo utilizadas apesar do forte apelo estético e da melhoria das propriedades das resinas para posteriores. Uma das razões para a manutenção do uso do amálgama se deve ao seu excelente desempenho clínico ao longo de mais de um século.
A amelogênese imperfeita e o briquismo são contra-indicações para a realização de facetas diretas com resina composta.
Uma das possíveis explicações para a biocompatibilidade dos cimentos ionoméricos está relacionada ao ácido poliacrílico, que apresenta baixo peso molecular e é rapidamente precipitado por fosfato nos túbulos dentinários.
A presença de periodonto de sustentação saudável é um dos fatores mais importantes na longevidade de um dente restaurado.
A incorporação de sílica coloidal nas resinas compostas tem como resultado menor rugosidade superficial.
execução de restaurações que não consigam restabelecer pontos de contato adequados traz prejuízos aos tecidos de sustentação dos dentes, podendo causar traumas mastigatórios, inflamações crônicas ou invasão bacteriana.
Os adesivos com carga formam uma película espessa que favorece a sua utilização para técnicas de cimentação adesiva, em que o adesivo é previamente fotoativado.
Os preparos cavitários acabados com instrumentos cortantes manuais apresentam semelhante infiltração marginal se comparados com os realizados pelos instrumentos rotatórios.
O selamento hermético do conduto deve ser realizado com tampão biológico (hidróxido de cálcio) e tampão mecânico (cimento de policarboxilato de zinco ou cimento de fosfato de zinco ou cimento de ionômero de vidro resinomodificado ou resina composta flow).
Os produtos utilizados na técnica do clareamento caseiro são o peróxido de carbamida e o peróxido de hidrogênio, todos em forma de gel.
Dentes com cavidades cuja abertura intercuspídia é maior que um terço da largura total apresentam maior risco de o material restaurador ficar exposto ao contato direto com o dente antagonista, e, por conseqüência, maiores são as chances de haver desgaste exagerado nessas áreas e fracasso clínico precoce.
O sobrecontorno é preferível ao subcontorno em termos de saúde periodontal, mas também deve ser evitado porque induz a impacção alimentar no sulco gengival.
As cavidades de cárie em superfícies radiculares devem ser obrigatoriamente restauradas, pois o controle mecânico da placa dentária dessas áreas é crítico.
Para restauração em dentes posteriores, as resinas compostas devem satisfazer, no mínimo, três requerimentos básicos: radiopacidade similar à do esmalte, boa adaptação marginal e resistência ao desgaste similar à do esmalte.
As ponteiras dos fotopolimerizadores devem ser mantidas livres de detritos e, se houver aderência de materiais na superfície, eles devem ser removidos com instrumentos plásticos antes de se proceder à esterilização.
Não há material artificial que possa ser colocado em um dente que ofereça melhor proteção para a polpa que a própria dentina.
Os aparelhos de fotoativação que utilizam lâmpadas de diodo e os que utilizam laser apresentam a desvantagem de ser incompatíveis com os materiais resinosos que utilizam fotoiniciadores à base de canforoquinona.
Os cimentos de ionômero de vidro modificados por resina, assim como os convencionais, não apresentam resistência a umidade logo após a presa, não podendo, portanto, receber condicionamento ácido imediato quando são usados como base cavitária.