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Se o estado do paciente evoluir para uma insuficiência respiratória, será necessário realizar rapidamente a manobra de Heimlich para desobstruir as vias aéreas superiores.
Nessa situação, seria indicado colocar o paciente na posição de Trendelenburg — deitado com a cabeça mais baixa que os pés — ou administrar-lhe a manobra de esforço, na qual ele é sentado com o tronco curvado até seus joelhos e faz pressão contra a mão do profissional, posicionada sobre o occipital, tentando se erguer.
Sobre as emergências durante o tratamento odontológico, assinale a alternativa que indica a correta relação entre indicação, fármaco, apresentação, via e dose.





Considera-se que a temperatura normal de um adulto, aferida por via axilar, possa variar de 36,2 ºC a 37 ºC.
A hemorragia arterial é caracterizada por sangramento vermelho-vivo e com jatos intermitentes.
O quadro clínico descrito é de convulsão.
Um paciente adulto com frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto apresenta quadro de taquicardia.
Caso o paciente tivesse inalado acidentalmente um fragmento do elemento dentário e não se obtivesse sucesso na recuperação desse fragmento, o procedimento a ser adotado deveria ser a ventilação respiratória artificial do paciente com oxigênio puro e a solicitação de assistência do serviço de atendimento móvel de urgência.
Se o paciente começar a tossir e apresentar desconforto respiratório, mas seu estado se restabelecer rapidamente, ele deverá ser acalmado, receber suplementação artificial de oxigênio e ser imediatamente encaminhado ao serviço hospitalar.
Se um paciente apresenta quadro clínico de crise convulsiva tônico-clônica, então, como primeira opção de tratamento deve-se administrar benzodiazepínaco Ev e, caso o quadro clínico se mantenha, deve-se realizar traqueotomia alta para manter as vias aéreas pérvias.
A droga mais importante para reversão do quadro de choque anafilático é
adrenalina.
anti-histamínico.
corticosteróide.
antiinflamatório.
anticonvulsivante
Paciente com 53 anos de idade, sexo masculino, apresenta pressão arterial de 170/110 mm Hg no momento da consulta odontológica. O cirurgião-dentista deve
monitorar a pressão arterial durante o atendimento clínico, seguindo-se controle por pelo menos 15 dias.
prescrever medicamentos anti-hipertensivos, pois se trata de um caso de urgência odontológica.
realizar tratamento clínico ambulatorial, em sessões clínicas de curta duração, até remissão do quadro.
medir a pressão arterial novamente após 5 minutos e encaminhar o paciente para cuidados médicos se a pressão se mantiver.
controlar a ansiedade do paciente, prescrevendo benzodiazepínico, seguindo-se controle por pelo menos 7 dias.
É normal que ocorra acentuada perda sanguínea nesses casos e, portanto, faz-se necessária a reidratação venosa com soro fisiológico a 0,9% em grande volume.
Paciente com 55 anos de idade, sexo masculino, com histórico de diabetes mellitus e fumante, ao início da execução de preparo cavitário no dente 11, relata sensação de dor subesternal que irradia para o braço esquerdo, ombro, pescoço e mandíbula. O paciente apresenta palidez facial e agitação. Mediante a administração de dinitrato de isossorbida por via sublingual, a crise é rapidamente controlada. O diagnóstico e a conduta do cirurgião-dentista são, respectivamente,
angina pectoris e interromper o atendimento.
infarto do miocárdio e posicionar o paciente em posição supina.
bradicardia sinusal e interromper o atendimento.
bloqueio átrio-ventricular e administrar benzodiazepínico.
contração atrial prematura e administrar vasodilatador.
Pacientes com história de infarto do miocárdio recente não devem ser submetidos a tratamento odontológico eletivo durante os 6 meses posteriores ao infarto, pois um reinfarto é mais provável de ocorrer durante esse período.
Os sinais e sintomas de superdosagem de adrenalina e outros vasopressores são elevação aguda da pressão sanguínea primeiramente diastólica, freqüência cardíaca elevada, sudorese, tremor, tonteira e palidez.
Caso um paciente entre em convulsão tônico-clônica durante atendimento no consultório, deve-se amarrá-lo firmemente à cadeira para que ele não se machuque.