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Um cirurgião-dentista estava realizando o preparo cavitário classe I em um molar inferior, para restauração com amálgama de prata, em um paciente com história clínica de valva cardíaca protética e em uso de varfarina sódica. Durante o preparo cavitário, verificou que o procedimento deveria ser mais extenso, pois esse preparo evoluiu para uma classe II. Diante dessa situação, a conduta do cirurgião-dentista foi
restaurar o dente com amálgama e prescrever Amoxicilina por sete dias.
fazer a profilaxia antibiótica e restaurar o dente com resina fotopolimerizável sem matriz metálica.
restaurar o dente com cimento de ionômero de vidro e prescrever antibióticos por sete dias.
fazer a profilaxia antibiótica e restaurar o dente posteriormente com matriz metálica.
De acordo com a classificação de lesões e cavidades proposta por Black, as lesões de cárie que atingem o sulco ocluso vestibular de molares inferiores e ocluso palatino de molares superiores são classificadas, respectivamente:
Classe I e Classe II.
Classe V e Classe II.
Classe I e Classe I.
Classe V e Classe V.
Classe V e Classe I.
Na abordagem contemporânea dos preparos cavitários, recomenda-se remoção da quantidade apropriada de tecido desmineralizado, e a classificação de Black é utilizada para apontar o local desses preparos. De acordo com essa classificação, o preparo que for realizado no terço gengival, nas superfícies vestibular, lingual ou bucal dos dentes corresponde à Classe
I de Black.
II de Black.
III de Black.
IV de Black.
V de Black.
O fator C (fator de configuração cavitária) alto é um dos fatores que pode levar a falhas na confecção de restaurações adesivas com resinas compostas. Esse fator expressa, em números, a tensão que a resina irá transferir às paredes da cavidade durante a polimerização. Nesse sentido, é correto afirmar que:
na técnica de inserção única de resina composta numa cavidade classe 1, o fator C será alto, o que aumenta a chance de falha na restauração
define-se fator C como o produto das áreas unidas de uma resina composta e das áreas sem essa resina, passíveis de deformação
na técnica de inserção incremental da resina com incrementas oblíquos ou paralelos à parede pulpar, o fator C será alto, o que diminui as chances de falhas na restauração
protocolos clínicos diferenciados de inserção de resina composta não minimizam o fator C
Ângulos são formados pela união entre as paredes da cavidade e denominados pela combinação de seus nomes. Segundo BUSATO et al., os ângulos podem ser diedros, triedros e cavo-superficiais. Nesse contexto, assinalar a alternativa CORRETA que indica a classificação para a união das paredes vestíbulo-gengival, áxio-axial e linguo-pulpar, respectivamente:
Diedro do 1º grupo, diedro do 2º grupo e diedro do 3º grupo.
Diedro do 1º grupo, diedro do 3º grupo e diedro do 2º grupo.
Diedro do 2º grupo, diedro do 1º grupo e diedro do 3º grupo.
Diedro do 3º grupo, diedro do 1º grupo e diedro do 2º grupo.
Black foi o primeiro a idealizar uma sequência lógica de procedimentos para o preparo de cavidades. Seus conceitos foram aprimorados até os tempos atuais. De maneira geral, há princípios para diferentes materiais restauradores. (Mondeli, 2006).
(6); (5); (1); (3); (4); (2); (7).
(4); (1); (7); (2); (6); (3); (5).
(2); (1); (3); (5); (4); (7); (6).
(3); (2); (7); (6); (5); (1); (4).
No preparo para onlay de resina composta, a forma do término vestibular deve ser em:
Bisel curto.
Chanfrado.
Bisel longo.
Ombro chanfrado.
Ombro biselado.
Em dentística, considere o preparo de uma cavidade tipo caixa (inlay) mod (mesio ocluso distal) para cerâmica ou resina composta em um dente 24. É CORRETO o que se afirma em:
Na caixa oclusal os ângulos internos do segundo grupo devem ser vivos, sem arredondamento.
Na caixa proximal, canaletas ou sulcos proximais e bisel côncavo são obrigatórios.
Na caixa proximal, as paredes vestibular e lingual devem ser expulsivas (5° de expulsividade para cada uma) no sentido gêngivo-oclusal, totalizando 10° de ângulo de divergência.
Na caixa oclusal, a parede pulpar deve ser inclinada e paralela ao eixo longitudinal da coroa do dente.
Relacione a classificação dos preparos cavitários: da (1ª coluna) à sua respectiva descrição na (2ª coluna).
1. Classe I
2. Classe II
3. Classe III
4. Classe IV
5. Classe V
( ) Cavidade que ocorre no terço cervical das superfícies vestibulares de todos os dentes.
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies oclusais de molares e pré- molares.
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de incisivos sem comprometimento do angulo incisal.
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de molares e pré-molares.
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de incisivos e caninos com envolvimento do ângulo incisal
A sequência CORRETA é:
4, 3, 2, 5, 1.
4, 5, 3, 2, 1.
3, 4, 5, 2, 1.
3, 4, 5, 1, 2.
4, 5, 1, 3, 2.
Ainda em relação a nomenclatura das cavidades, “as cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos, sem remoção do ângulo incisal”, são classificadas como:
Classe II
Classe III
Classe IV
Classe V
Para a confecção de boas restaurações diretas em resina composta, deve-se levar em consideração os procedimentos para obtenção de adesão entre os tecidos dentais e os materiais restauradores. Essa união é mediada por sistemas adesivos que atuam como agentes intermediários entre os substratos dentais e os materiais restauradores. Existem vários sistemas adesivos no mercado brasileiro que apresentam técnicas diferentes para a execução do procedimento. Embora a maioria dos sistemas adesivos envolva a aplicação simultânea do ácido no esmalte e na dentina – a técnica de condicionamento ácido total – as funções e os efeitos do condicionamento são totalmente distintos de um tecido para o outro.
Nesse contexto, a principal função da aplicação do ácido na dentina é:
Aumento da energia livre de superfície.
Diminuição do molhamento.
Remoção da lama dentinária.
Aumento de microrretenções.
Inclusão da lama dentinária.
Considerando a classificação artificial Black e o número de faces atingidas, o dente que recebeu o tratamento com amálgama é classificado como uma cavidade
classe III, composta.
classe II, composta.
classe III, complexa.
classe II, complexa.
Com relação às formas e extensões das cavidades, Intracoronárias (Inlay) são cavidades confinadas no interior da estrutura dental, como uma caixa pura. São exemplos desse tipo de cavidade as seguintes, exceto:
Classe I oclusal.
Classe V.
Classe II composta.
Coroas totais.
Além da nomenclatura quanto ao número e as faces envolvidas, existe uma classificação de preparos cavitários muito conhecida na Odontologia que foi proposta por Black. Essa classificação, denominada de artificial, reuniu cavidades em classes que requerem a mesma técnica de instrumentação e restauração. Segundo essa renomada classificação, pode-se afirmar que:
a classe I inclui cavidades preparadas nas faces oclusal de molares e pré-molares, nos 2/3 oclusais da face vestibular dos molares inferiores e da face palatina dos molares superiores e na face lingual dos incisivos e caninos superiores.
a classe II envolve cavidades preparadas nas faces proximais dos pré-molares, molares, incisivos e caninos, sem remoção do ângulo incisal, podem incluir a face oclusal e palatina ou não.
a classe III inclui preparos executados nas faces lingual e vestibular dos incisivos e caninos superiores e nas faces proximais dos incisivos e caninos com remoção e restauração do ângulo incisal.
a classe IV engloba as cavidades preparadas nas áreas lisas das faces vestibular e lingual de todos os dentes das arcadas, no terço gengival, podem incluir a face oclusal ou incisal, eventualmente.
a classe V engloba as cavidades preparadas nos 2/3 oclusais da face vestibular dos molares inferiores e da face palatina dos molares superiores e nas áreas lisas das faces vestibular e lingual de todos os dentes das arcadas, no terço gengival.
São características de uma cavidade classe II de Black, para resina composta:
Parede pulpar paralela ao plano intercuspídeo (nos pré-molares inferiores) e perpendicular ao eixo longitudinal do dente (nos pré-molares e molares superiores).
Parede gengival perpendicular à parede pulpar.
Paredes vestibular e lingual da caixa proximal divergentes no sentido oclusal.
Parede axial plana e ligeiramente retentiva no sentido gengivo-oclusal.
A dentina afetada pelo processo carioso ativo é dividida em 3 zonas ou camadas: a zona infectada, a zona afetada e a dentina intacta. Com base nesse conhecimento e compreendendo-se que a alteração tecidual precede a penetração microbiana, a evidência científica aponta para uma remoção seletiva da dentina cariada. Levando-se em consideração o preparo cavitário na perspectiva de uma odontologia minimamente invasiva , deve-se remover
a dentina infectada e a afetada de cavidades profundas para não haver progressão da lesão cariosa.
a dentina infectada e manter a dentina afetada na parede pulpar em cavidades profundas.
a dentina infectada e manter a dentina afetada nas paredes axiais em cavidades rasas.
a dentina afetada e manter a dentina infectada na parede pulpar em cavidades profundas.
Na realização de preparos cavitários, algumas regras devem ser seguidas, com relação à essas regras, responda verdadeiro (V) ou falso (F) e assinale a alternativa que traz a sequência correta:
( ) As paredes da cavidade não devem estar suportadas por dentina sadia.
( ) Conservar a maior quantidade possível de tecido dental sadio.
( ) Deixar as paredes cavitárias planas e lisas.
( ) Deixar o preparo cavitário bastante úmido e limpo.
F – V – V – F.
V – V – F – F.
V – F – F – V.
F – F – V – V.
Para o correto tratamento operatório na dentística restauradora, é fundamental que se domine a nomenclatura das cavidades, para seu diagnóstico e opção de melhor tratamento. Sobre as cavidades dentárias, assinale a alternativa correta:
O ângulo formado pela junção das paredes axial, vestibular e gengival, é referido como ângulo axiovestibulogengival, e é classificado como ângulo diedro
Apesar de a classificação de Black ser usada para lesões cariosas, a classificação Classe V pode ser utilizada para lesões não cariosas, como abrasão, atrição, corrosão e abfração
Lesões e/ou cavidades que envolvem uma ou ambas as faces proximais dos incisivos e caninos, entretanto, sem comprometer o ângulo incisal, são classificadas, segundo Black, de lesão de Classe IV
Atualmente, as cavidades dentais abertas no serviço público de saúde devem seguir criteriosamente os princípios gerais de Black, isto é, forma de resistência, contorno, retenção e conveniência, sem levar em consideração que cada lesão e cada dente apresentam características únicas e devem ser tratados de forma individualizada
Em cavidades Classe II, o acesso ideal é feito por oclusal, com envolvimento da crista marginal
As cavidades localizadas nas superfícies proximais dos molares e pré-molares, podendo ou não se estender para a superfície oclusal são descritas como de classe:
I.
II.
III.
IV.