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O preparo de cavidade de classe II deve ser executado
na superfície vestibular dos caninos.
na superfície incisal dos dentes anteriores
na superfície cervical dos incisivos
na superfície proximal de pré-molares e molares.
na superfície oclusal dos molares
Na cavidade de nível II, há envolvimento moderado de estrutura dentinária.
A cavidade de classe III é localizada na região interproximal de dentes anteriores.
Segundo o modelo cirúrgico-restaurador, ao se confeccionar uma restauração, a remoção do tecido cariado evita a progressão da doença cárie.
A forma do preparo cavitário
não tem contorno pré-definido, englobando as áreas suscetíveis à cárie.
tem contorno definido, com a curva reversa de Hollenbach produzindo alargamento para a caixa proximal.
apresenta ângulos diedros arredondados, com as paredes da caixa proximal divergentes para oclusal.
não tem contorno pré-definido, resumindo-se à remoção do tecido cariado.
apresenta istmo estreito, confinado a ¼ da distância intercuspídea, com aproximadamente 1 mm para os molares.
Na cavidade de nível I, há envolvimento mínimo de dentina com possibilidade de tratamento por remineralização.
Para a limpeza da cavidade, o material indicado e a sua respectiva atividade são:
ácido poliacrílico; remoção de microfragmentos da camada superficial externa, mantendo a smear plug.
peróxido de hidrogênio a 3%; promoção de limpeza completa da cavidade, removendo a smear on e a smear in.
solução saturada de hidróxido de cálcio; limpeza mecânica da cavidade e neutralização da acidez.
ácido fosfórico; liberação de oxigênio, que é um excelente agente de limpeza e clareamento das estruturas dentárias.
hipoclorito de sódio; remoção da smear on, oferecendo maior quantidade de íons cálcio e fosfato para o processo de adesão.
As restaurações de classe V são passíveis de reincidência de cáries, sendo que existe uma diferença entre a etiologia dessas cáries reincidentes e a das cáries iniciais.
Uma cavidade situada na face oclusal de um primeiro molar superior esquerdo é denominada:
Classe 1 no 26.
Classe 2 no 26.
Classe 1 no 16.
Classe 2 no 36.
Classe 2 no 46.
A cavidade de classe II ocorre na região interproximal de molares e pré-molares.
A cavidade de classe I é localizada em regiões de cicatrículas, fissuras e áreas com defeitos na superfície oclusal de dentes posteriores ou anteriores (cíngulos).
Paciente do sexo masculino, 23 anos de idade, apresenta o dente 22 com lesão cariosa nas faces mesial e vestibular e o dente 33 com lesão nas faces distal e lingual. Optou-se como material restaurador do dente 22 a resina composta e para o 33 o cimento de ionômero de vidro. A característica do ângulo cavo-superficial destas cavidades são, respectivamente,
biselado na mesial e reto na vestibular; biselado na distal e reto na lingual.
reto; reto.
reto; biselado.
biselado; biselado.
biselado; reto.
Na confecção de preparos cavitários algumas variáveis devem estar sob controle do operador. Dentre estas, a forma dada às paredes cavitárias circundantes é fundamental na resistência das paredes e da restauração de amálgama aos esforços mastigatórios que virão a sofrer. Considerando o princípio de operatória, essas paredes devem ser
divergentes entre si, formando um ângulo reto com a parede pulpar da cavidade.
paralelas entre si e interdistantes cerca de 2/3 da distância intercuspídea.
paralelas entre si e perpendiculares à parede pulpar da cavidade.
convergentes entre si, formando um ângulo agudo com a parede pulpar da cavidade.
convergentes entre si e interdistantes cerca de 2/3 da distância intercuspídea.
Durante o preparo cavitário para restauração de um dente com lesão de cárie, forma-se a smear layer ou
resíduos sólidos no interior dos túbulos dentinários.
resíduos líquidos no interior dos túbulos dentinários.
fluidos tubulares liberados pelo calor.
detritos de corte depositados no assoalho da cavidade.
lama cementária.
As seguintes características devem ser observadas em um preparo cavitário (inlay) para restaurações de porcelana, EXCETO: