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Uma cavidade classe II é caracterizada por um preparo cavitário nas faces proximais dos pré-molares e molares. A ausência dessas paredes proximais dificulta na hora da condensação do amálgama nessas superfícies, necessitanto o emprego de matrizes bem adaptadas, cuja finalidade é permitir a condensação do amálgama e auxiliar a reconstrução da anatomia do dente. Quando se faz o arredondamento do ângulo axiopulpar no preparo cavitário de classe II para amálgama, o objetivo é:
Aumentar a aderência dos materiais forradores;
Evitar aderência dos cimentos;
Evitar fraturas das restaurações;
Diminuir a agressão à polpa.
Sobre os preparos e as restaurações classe II de amálgama, é correto afirmar:
As cunhas de madeira interproximais devem ser retiradas previamente à remoção da matriz.
A inserção e a condensação são iniciadas pela caixa oclusal.
A curva reversa de Hollemback proporciona um ângulo de aproximadamente 45 graus entre o amálgama e a superfície externa do dente.
Para reduzir o risco da fratura do amálgama, em especial na região das cristas marginais, a matriz deve ser cuidadosamente tracionada para oclusal e no mesmo sentido à face que estava o porta-matriz.
Para regularizar as paredes vestibular e palatal/ lingual da caixa proximal, proporcionando um ângulo cavossuperficial reto e bem definido, o instrumento de escolha é o machado para esmalte.
Leia as proposições seguintes sobre o preparo cavitário para resinas compostas em lesões cervicais:
I. deverá ser o mais conservador possível, devendo-se restringir à extensão da lesão, tanto em tamanho, quanto em profundidade.
II. a utilização de retenções adicionais, como sulcos, é sempre indicada.
III. todas as margens da restauração devem ser biseladas.
IV. o bisel deve ser o mais extenso possível, a não ser que a estética fique comprometida.
Estão CORRETAS:
A adesão do material restaurador aos tecidos duros do dente é fundamental para a durabilidade das restaurações em dentes anteriores, em especial porque restaurações de classes IV e V são, geralmente, lesões expulsivas.
Com relação aos fundamentos do preparo cavitário para restauração em amálgama, assinale a alternativa correta.
O arredondamento dos ângulos internos só é importante em dentes a serem restaurados com amálgama.
O ângulo cavo superficial sempre deve ser arredondado.
O recortador de margem gengival pode ser usado para arredondar o ângulo axiopulpar.
A parede vestibular e a lingual das caixas proximais devem possibilitar a adaptação da matriz metálica. Por isso, devem ser afastadas do dente vizinho cerca de 0,5 mm, seja com desgaste ou com uso de cunhas de madeira.
O ponto de contato com o dente antagônico deve estar localizado sobre os limites do preparo, na linha que delimita o encontro do material restaurador com o esmalte sadio.
Com relação a preparo cavitário e técnicas de restauração para amálgama, assinale a opção correta.
Com os preparos cavitários modernos, tornou-se desnecessário obedecer a alguns requisitos mínimos para restauração, tais como profundidade mínima e paredes com formato definido.
A utilização de ligas com alto conteúdo de cobre reduz o risco de manchamento da dentina por impregnação de íons metálicos provenientes do amálgama.
O travamento da matriz metálica com cunha de madeira é considerado, atualmente, desnecessário para restauração.
O polimento e o acabamento tornaram-se dispensáveis com a utilização de ligas modernas que proporcionam lisura e alto brilho.
As paredes internas do preparo cavitário que limitam esse preparo e que se encontram com a superfície externa do dente são denominadas paredes circundantes do preparo cavitário.
Uma cavidade preparada no terço gengival da superfície lingual do primeiro molar inferior esquerdo recebe a mesma classificação de uma cavidade preparada na área de uma pequena recessão gengival na região do colo da superfície vestibular de um pré-molar superior direito.
É classificada como cavidade de classe IV a que tiver sido preparada por ocasião de uma fratura dental na superfície mesial do incisivo central superior direito que envolva as faces mesial, vestibular, palatina e incisal.
Cavidades localizadas em bordas incisais de dentes anteriores são classificadas como classe VI.
Quando a parede de fundo de um preparo cavitário está perpendicular ao longo eixo do dente, ela é chamada de parede axial, ao passo que, se estiver paralela ao longo eixo do dente, é chamada de parede pulpar.
Considere a seguinte situação hipotética.
Em um paciente jovem, foram detectadas duas lesões de cárie que atingiam esmalte e dentina no segundo molar superior direito: uma no sulco oclusal e outra na superfície distal.
Nessa situação, deve-se interligar as duas áreas das lesões de cárie no mesmo elemento, o que configura um preparo cavitário de classe II.
Com relação à técnica de preparo cavitário para onlay para a porcelana, julgue os itens subseqüentes.
I A redução das cúspides deverá proporcionar espaço mínimo de 1,5 mm para cúspides não-funcionais e 2,0 mm para cúspides funcionais, principalmente em molares.
II O preparo final deve ter ângulos internos arredondados, obtidos pela utilização de brocas e pontas diamantadas de extremo arredondado.
III A profundidade da parede pulpar deve ser, no mínimo de 4 mm.
IV Essa técnica exige ângulo cavosuperficial da caixa proximal biselado.
Estão certos apenas os itens
I e II.
I e IV.
II e III.
III e IV.
Assinale a opção correta acerca dos princípios dos preparos cavitários.
A extensão preventiva para proximal é sempre necessária e é uma das razões para a separação entre o preparo cavitário e o dente adjacente.
Nas cavidades de superfície lisa, o esmalte remanescente deve estar idealmente suportado por dentina sadia ou, quando possível, apoiado sobre material adesivo.
Os preparos cavitários típicos de classe II para restauração metálica fundida e para amálgama devem apresentar a curva reversa de Hollemback, principalmente na região vestibular das caixas proximais.
A cauda de andorinha confeccionada como forma de retenção, apesar de não ser vantajosa do ponto de vista biológico, é mais eficiente que sulcos proximal, vestibular e lingual de caixas proximais.
Na restauração do elemento 36 utilizando-se resina cerâmica do tipo onlay, para se proporcionarem satisfação estética à paciente e funcionalidade, a espessura oclusal do preparo cavitário deve ser generosa, de modo a se reduzir a suscetibilidade a fraturas.
Pertencem à classe I as cavitações ocasionadas por cárie que se desenvolvem nas pontas de cúspides dos pré-molares e molares.
Considerando o preparo cavitário em dentes decíduos, faz se necessário:
elaborar extensão preventiva das fóssulas;
realizar formas de contorno como requeridas por Black;
considerar a atividade cariosa e o período de vida funcional do dente;
realizar forma de retenção e resistência
estender o preparo cavitário incluindo as fissuras.