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Para envio do articulador já montado ao laboratório de prótese dentária, é imprescindível que seja enviado também o arco facial.
Todas as próteses parciais fixas, longas ou curtas, sofrem algum grau de flexão.
Quando se observa inflamação ao redor de coroas protéticas, o que se presume é a invasão de espaço biológico, e o tratamento indicado é a cirurgia periodontal ou o tracionamento coronal, dependendo da estética.
Nos casos de pacientes com presença de placa bacteriana, grande descalcificação e muitas cáries, é oportuno fazer uso de restaurações provisórias antes do trabalho definitivo. Simultaneamente, é recomendável orientação e motivação de higiene oral e controle da alimentação.
A distância entre os côndilos não é totalmente ajustável.
Um paciente com perda dos seguintes elementos: 45, 46 e 47, apresentando todos os demais dentes e com impossibilidade de realizar implantes na região, deve ser orientado a realizar uma prótese parcial fixa.
Um pôntico com dada dimensão vertical sofrerá deflexão quatro vezes maior, se sua espessura for reduzida à metade.
Se for verificada a presença de torus palatino, mesmo que não incomode o paciente ou interfira na elaboração da prótese, deve ser obrigatoriamente indicada remoção cirúrgica.
Sob o ponto de vista biológico, a melhor localização para as margens das restaurações é acima da gengiva marginal.
Os preparos endodônticos para núcleos metálicos fundidos com paredes menos divergentes ou próximas do paralelismo produzem um maior efeito retentivo e menor risco de fratura quando comparados com os preparos mais divergentes.
O fato de os articuladores semi-ajustáveis representarem os movimentos condilares protrusivos em linha reta e não em curva significa, na perspectiva de Peter Dawson, vantagem e não desvantagem.
Os termos ARCON e não-ARCON referem-se a articuladores que possuem o côndilo localizado nos ramos inferior e superior do aparelho, respectivamente.
Os cimentos comumente utilizados para a cimentação de peças protéticas preenchem inicialmente a chamada linha de cimentação. No entanto, essas soluções de continuidade, com o passar do tempo, transformam-se em nichos de colonização bacteriana se estiverem em locais onde não é possível a limpeza mecânica adequada.
A remoção de parte da guta percha usada na obturação do canal deve ser feita juntamente com a dilatação das paredes intra-radiculares por meio de instrumento de corte rotatório, pois este procedimento reduz o tempo clínico e o desconforto do paciente.
Os materiais empregados em prótese, metais, resinas e cerâmicas são biocompatíveis com pequenas e insignificantes variáveis e só representam riscos de serem predisponentes à doença periodontal se não estiverem adequadamente polidos, ou seja, o problema reside na permanência de superfície rugosa propícia à retenção de placa bacteriana.
A cimentação de prótese adesiva intracoronária deve ser feita, de preferência, com um cimento resinoso fotopolimerizável para permitir a remoção completa dos excessos, enquanto que nas extracoronárias metálicas devem ser empregados os cimentos resinosos quimicamente ativados.
A presença de espaço edêntulo extenso não limita a colocação de prótese adesiva.
O primeiro passo da técnica de escultura progressiva consiste da construção das cristas marginais.