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Lucia atua em uma creche municipal e encontrou várias contribuições para seu trabalho na obra de Oliveira e outras autoras (2011). Dessa obra, selecionou a seguinte orientação: “Qualquer situação planejada como contexto para desenvolvimento da criança envolve uma proposta de organização não só do espaço, mas também do tempo para a realização de diferentes ações”. Como as autoras falam sobre os diferentes “relógios” que perpassam a programação das creches, Lúcia entendeu acertadamente que, ao planejar e desenvolver essa programação, ela deveria
priorizar ações que obedecem ao “relógio biológico” ou da “natureza”, ajustando-as em função de cuidados físicos que são imperativos para toda criança de uma creche e muito valorizados pelos pais.
dar destaque às ações que se regulam pelo “relógio histórico”, desenvolvendo atividades como as que ocorrem nos eventos comemorativos dos aniversariantes do mês, que agradam muito às criança
desenvolver com moderação as ações que obedecem ao “relógio psicológico”, para não correr o risco de alienar a criança da realidade, uma vez que esse relógio depende de como ela percebe o tempo.
integrar ações apoiadas estritamente nos “relógios” “biológico” e “psicológico”, atendendo, assim, às necessidades do desenvolvimento infantil, baseadas em marcadores de acordo com a idade da criança.
integrar os diferentes “relógios”, ou seja, o “relógio psicológico”, o “relógio biológico”, ou “da natureza”, e o “relógio histórico”, o que propiciaria o atendimento das necessidades das crianças e a riqueza das atividades.