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Marinete é professora de desenvolvimento infantil e tem em sua turma bebês na faixa etária de 18 meses de idade. Durante a atividade de esconder e descobrir o rosto usando uma fralda (e dizendo “cucu”, “escondeu”, “achou”), ela percebeu que um dos bebês acabou dominando a dinâmica: escondeu uma chupeta com a fraldinha, cobrindo-a, e repetiu sua experiência, de forma prazerosa. Conforme Tizuko Kishimoto (autora do texto Brinquedos e brincadeiras na Educação Infantil), esse é um exemplo de
como se aprende a dar significados aos movimentos, a compreender e usar regras e a linguagem.
uma brincadeira interativa, com o primeiro brinquedo possível para o bebê: a fraldinha.
como o adulto pode distrair o bebê sem precisar interagir com ele de forma direta.
prática que pode ser integrada na rotina de qualquer agrupamento infantil, pois as crianças têm o mesmo ritmo de desenvolvimento.
uma atividade que não pode ser considerada como brincadeira, em sentido estrito, pois o brincar é uma ação livre, que surge a qualquer hora, iniciada e conduzida pela criança.