

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Na avaliação mediadora, é necessário que o professor acompanhe seu aluno, indo além do sentido de estar e caminhar junto dele, mas de refletir com ele, para que seja possível a observação passo a passo de seus resultados individuais, realizando ações educativas que possibilitem novas descobertas, proporcionando vivências enriquecedoras e favorecedoras à ampliação do saber. E, para isso:
A classificação do aluno deve acontecer a partir do processo corretivo, ou seja, eliminando-se a subjetividade, evitando, assim, que se cometam injustiças na contagem de erros e acertos, realizando de fato a medição do conhecimento.
O erro do aluno deve ser entendido como possibilidades para a construção do conhecimento, pois fornece pistas sobre o modo de organização do seu pensamento, oferece novas informações ao professor e elabora novas perguntas sobre a dinâmica da sala de aula.
A escola precisa ter o compromisso com a transmissão da cultura cultivando a meritocracia como um princípio protegido que dissemina que o acesso à informação está ao alcance de todos, desde que haja trabalho individual.
O questionamento do professor deve ser interpretado como falta de disciplina, e o aluno deve considerar as informações que recebe como uma verdade a ser assimilada de modo que seja incentivada uma visão mais inclusiva e colaborativa do processo educativo.
Os registros e anotações do avaliador priorizem claramente o conhecimento assimilado, reunido com o propósito de elucidar o nível de competência alcançado pelo estudante ou descrever sua postura naquele momento em relação à atitude.