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A abordagem crítico-reprodutivista surgiu na década de 1970. Ela é crítica em relação à problemática educacional, remetendo-a sempre a seus determinantes objetivos, a exemplo da estrutura socioeconômica, e é reprodutivista porque traz o papel da escola na reprodução de hierarquias sociais e na legitimação de certas formas de conhecimento. Em relação à abordagem crítico-reprodutivista, é correto afirmar que
para a Teoria do Sistema de Ensino Enquanto Violência Simbólica, a função da escola é a inculcação explícita da ideologia burguesa e o recalcamento, a sujeição e o disfarce da ideologia proletária.
trata-se de uma tendência crítica da educação que destaca os determinantes sociais, mas é reprodutivista ao concluir que a função principal é reproduzir as condições sociais existentes.
para a Teoria da Escola Enquanto Aparelho Ideológico de Estado, a política tornou-se o instrumento mais acabado de reprodução das relações de produção capitalistas.
apresenta propostas teórico-metodológicas que superem a visão burguesa e capitalista.
para a Teoria da Escola Dualista, exercer-se implica necessariamente a Autoridade Pedagógica (AuP) e realiza-se pelo Trabalho Pedagógico (TP). O TP que se institucionaliza no Sistema de Ensino (SE) como Trabalho Escolar (TE), ao reproduzir a cultura dominante, contribui para reproduzir a estrutura das relações de forças sociais.