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Leia o caso a seguir.
D.J. é professor de matemática em uma escola de ensino fundamental na qual leciona para turmas de quinto e sexto ano. Ele acaba de aplicar uma prova que é a segunda e última prova do trimestre, fechando o ciclo avaliativo trimestral por ele elaborado, composto por duas avaliações no valor de dez pontos cada uma. Na correção das provas, o professor D.J. age e raciocina do seguinte modo: ele realiza uma primeira leitura das provas e observa o desempenho do conjunto da turma, em seguida, identifica os alunos com os melhores desempenhos. Depois, com base nesses referidos desempenhos, ele avalia comparativamente alunos e atribui notas para cada um deles.
O caso descreve uma situação própria do trabalho docente na escola e que envolve concepções e critérios de avaliação da aprendizagem. Com base no que foi descrito, o professor D.J. realiza uma avaliação do tipo
emancipatória, pois os processos e procedimentos descritos evidenciam que se trata de uma avaliação que favorece a autoconsciência dos alunos sobre seu desempenho escolar.
critério-referenciada, pois cada aluno tem seu desempenho comparado às expectativas de aprendizagem fixadas para o conteúdo de ensino avaliado.
construtivista, pois os critérios de avaliação são ajustados e elaborados junto com os próprios sujeitos concernidos.
normativa, pois classifica e hierarquiza os alunos com base numa norma de referência que ignora a singularidade de cada um.