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A pedagogia do oprimido, como pedagogia humanista e libertadora, terá dois momentos distintos. O primeiro, em que os oprimidos vão desvelando o mundo da opressão e vão comprometendo-se na práxis, com a sua transformação; o segundo, em que, transformada a realidade opressora, esta pedagogia deixa de ser do oprimido e passa a ser a pedagogia dos homens em processo de permanente libertação.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987 p. 23.
Sobre os momentos distintos da Pedagogia do Oprimido, assinale a alternativa correta.
Nos dois momentos, o processo de desumanização (práxis) estará presente, já que é ele que liberta.
Em qualquer desses momentos, haverá uma constante ideia de mudança (práxis) do indivíduo para compreender a natureza.
Em quaisquer desses momentos, haverá a ação profunda (práxis), por meio da qual se enfrentará a cultura da dominação.
Nos dois momentos, haverá a expulsão dos mitos criados e desenvolvidos na estrutura oprimida, ao conservar a liberdade como práxis.