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Segundo os preceitos didáticos do sistema de escrita alfabética, analise os casos propostos abaixo e assinale aquele que descreve um trabalho pedagógico adequado em que fique evidente a função social da alfabetização.
Em uma turma de 1º ano, já no fim do ano letivo, foi trabalhada a cantiga O sapo não lava o pé. A partir da cantiga, as crianças exploraram os sons das vogais com o jogo linguístico das trocas das vogais da cantiga. Após esse momento de interação, foi proposto que as crianças fizessem uma lista de palavras no caderno com animais que comecem com cada vogal. Depois disso, foi corrigido a ortografia das palavras a fim de que os estudantes percebessem os principais fonemas e grafemas presentes na escrita, assimilando a escrita e apropriando-se do sistema de escrita alfabética com eficiência.
Em uma turma de 2º ano, já no fim do ano letivo, foi feito o seguinte encaminhamento: os alunos ouviram a leitura da história A nuvenzinha triste e, na sequência, fizeram a representação da nuvem com um algodão. Depois, o professor retomou os pontos principais do texto, como personagens e lugar. Os estudantes escreveram, do seu modo, as palavras mais significativas no caderno, criando uma listagem. Na sequência, um dos estudantes recontou a história para os colegas com a colaboração da turma toda e, depois, produziram, com apoio do professor, um bilhete para convencer a nuvenzinha a não ficar mais triste. No final, eles fizeram a leitura do bilhete.
Em uma turma de Educação Infantil, especificamente de 5 anos, o professor trabalhou o conto clássico dos Três porquinhos. Depois de contar a história aos alunos, o professor pediu que desenhassem as três casinhas construídas pelos porquinhos. Depois, eles produziram um cenário na sala com as três casas e os alunos dramatizaram a história. Depois que eles realizaram a interação, o professor apresentou três palavras aos alunos: PALHA, MADEIRA e TIJOLOS. Depois de apresentar as palavras, o professor fez a leitura com os alunos e pediu que copiassem no caderno para que a família, em casa, ajudasse a treinar a leitura das letras, sílabas ou da palavra inteira, conforme a capacidade de cada criança.
Em uma turma de 2º ano, já no fim do ano letivo, as crianças brincaram de pular corda no pátio e, depois de entrar para a sala de aula, foi feita uma listagem coletiva no quadro com as brincadeiras preferidas dos estudantes. Eles colaboraram coletivamente com a construção das palavras, sendo que o professor foi o escriba. Depois, eles copiaram as palavras no caderno utilizando letra cursiva, empregando a transliteração. Na sequência, o professor pediu que os alunos fizessem a leitura das palavras, separassem em sílabas e contassem as sílabas, classificando as palavras quanto ao número de sílabas.