

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Segundo Libâneo (2016), nos últimos anos, considerando-se os documentos oficiais de políticas e diretrizes para a educação, é possível identificar três orientações em relação às finalidades e formas de funcionamento da escola:
1- A orientação dos organismos multilaterais, especialmente do Banco Mundial, para políticas educativas de proteção à pobreza associadas ao currículo instrumental ou de resultados imediatistas;
2- A orientação das políticas educacionais no Brasil: desfiguramento da escola e do conhecimento escolar sociológico/intercultural de atenção à diversidade social e cultural, geralmente ligada aos estudos no campo do currículo;
3- A orientação dialético-crítica assentada na tradição da teoria histórico-cultural ou em versões de pedagogias sociocríticas.
Em relação às orientações, considere as assertivas e assinale a INCORRETA:
Fonte: José Carlos Libâneo. Políticas educacionais no Brasil: desfiguramento da escola e do conhecimento escolar. Cadernos de Pesquisa v.46 n.159 p.38-62 jan./mar. 2016.
A primeira delas tem sido dominante no sistema de ensino brasileiro em decorrência de vinculações das políticas educacionais a orientações de organismos internacionais multilaterais.
Os documentos produzidos pelos organismos internacionais nos últimos anos associam o funcionamento do sistema educacional a programas de redução da exclusão social.
A orientação sociológica/intercultural, de cunho sociocrítico, defende um currículo de experiências educativas, isto é, a formação por meio de experiências socioculturais vividas em situações educativas.
Todas as orientações resultam em referenciais de qualidade de ensino, os quais, por sua vez, influenciam os modos de conceber atividades no âmbito da escola e das salas de aula.
A orientação de cunho crítico defende um currículo assentado na formação cultural e científica sem interconexão com as práticas socioculturais, mesmo tendo como pressuposto que a escola é uma das mais importantes instâncias de democratização da sociedade e de promoção de inclusão social.