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Os estudos das psicolinguistas argentinas Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, iniciados em 1974, revolucionaram o entendimento sobre a aquisição do conhecimento. Suas pesquisas mostraram que a aquisição do conhecimento está baseada na atividade do indivíduo em contato com o objeto de conhecimento, demonstrando que a criança, antes mesmo de frequentar a escola, já possui noções e formula hipóteses sobre o sistema de escrita.
Ferreiro e Teberosky desenvolvem também aspectos propriamente linguísticos da Psicogênese da língua escrita, quando descrevem o aprendiz formulando hipóteses a respeito do código, percorrendo um caminho que pode ser representado nos níveis pré-silábico, silábico, silábico-alfabético, alfabético.
Acerca dessa perpectiva teórica, assinale a alternativa que está diretamente relacionada ao nível silábico:
No nível silábico-alfabético, o aprendiz analisa na palavra suas vogais e consoantes. Acredita que as palavras escritas devem representar as palavras faladas, com correspondência absoluta de letras e sons.
No nível silábico-alfabético, o aprendiz pensa que pode escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, imaginando que a palavra assim inscrita representa a coisa a que se refere.
No nível silábico-alfabético, o aprendiz descobre que a palavra escrita representa a palavra falada e acredita que basta grafar uma letra para se poder pronunciar uma sílaba oral.
No nível silábico-alfabético, mesmo após tomar consciência de que se escreve com letras, o aprendiz tenderá a grafar um número de letras, indiscriminado, sem antecipar quantos e quais caracteres precisará usar para registrar palavras.