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No capítulo “Que tal bater um papo assim gostoso com alguém?”, da obra de Deheinzelin; Monteiro; Castanho (2018), faz-se uma reflexão sobre o conversar e lembra-se que “Ao longo de seu tempo na Educação Infantil, as crianças passam por um percurso importante de aprendizagem e desenvolvimento da linguagem oral. Muitas vezes entram na creche ainda bebês, com seus arrulhos e balbucios, e saem, na sua passagem para o Ensino Fundamental, como falantes desenvoltos e experientes”.
Os autores posicionam-se, em relação a isso, considerando, entre outros aspectos, que “para estabelecer um diálogo com as crianças pequenas, é preciso ouvi-las, em primeiro lugar, e levar em consideração
o que estão dizendo, procurando entender relações estabelecidas”.
o conjunto da situação para tentar atribuir significação a seus balbucios”.
aquilo que elas mostram e seus gestos, associados às suas tentativas de falas”.
o conteúdo do que estão tentando dizer, para atender a alguma necessidade premente”.
as ‘dicas’ oferecidas pelos familiares, em relação aos significados de suas atuais expressões orais”.