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Azevedo (in: Barbosa e Cunha, 2010) compreende a Abordagem Triangular como a superação do modelo tradicional de currículo em Arte, na medida em que o sistema triangular propõe a emancipação dos sujeitos sociais, pelo processo arte/educativo. Segundo Azevedo, as ações que compõem a Abordagem Triangular:


A

leitura da obra de arte, contextualização e fazer artístico não podem ser vistas dissociadas, como momentos estanques ou fragmentados.


B

copiar um desenho, pintar um desenho retirado da internet e modelar massinha devem ser atividades realizadas diariamente na educação infantil.


C

cantar, dançar e pintar tela podem ser atividades propostas aos estudantes, exclusivamente, por um professor graduado em Arte, sendo integralmente vedadas ao pedagogo.


D

ensinar novas tecnologias de informação e comunicação (TICs); encenar peças teatrais e aprender a tocar instrumentos musicais são experiências que devem ser ofertadas no contra turno escolar, como aulas extras, a partir da pré-escola.


E

conhecer aspectos históricos, sociais ou políticos da produção artística, incluindo toda a proposta da Abordagem Triangular, são vivências inadequadas e desaconselhadas para crianças pequenas (abaixo de seis anos de idade).