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O uso de uma outra pessoa como guia é comum em diversas situações no dia a dia da pessoa com deficiência visual. Apesar de ser uma forma dependente de se locomover, deve possibilitar o controle, a interpretação e a efetiva participação da pessoa cega, ou com baixa visão, nas decisões do que ocorre durante o seu deslocamento. Desse modo, em relação ao Guia Vidente, pode-se admitir que
a pessoa com deficiência visual deve segurar no braço do guia na altura do cotovelo, no punho ou mesmo no ombro, dependendo da diferença de estatura entre ambos.
a pessoa flexiona o braço ao nível do ombro, mantendo-o paralelo ao chão, e flexiona o cotovelo mantendo o dorso da mão voltada para frente.
a pessoa coloca o braço à frente do corpo com a mão na linha média (meio do corpo), o dorso da mão fica voltado para frente e a mão deve ficar distante do corpo o suficiente para se antecipar as pontas dos pés durante a marcha.
em locais estreitos, deve-se interromper a passagem, de forma cômoda, quando não é possível manter a posição básica, devido à falta de espaço para o guia e o acompanhante se posicionarem lado a lado (por exemplo, por portas, corredores estreitos, fluxo intenso de pessoas, entre mobílias e objetos etc.).