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Frade, Araújo e Glória (2018) propõem uma discussão sobre a multimodalidade na alfabetização. Para tanto, utilizam a definição de modo, dada por Kress e Bezemer: “um recurso social e culturalmente configurado para criar significado; ou seja, é o produto de um trabalho semiótico-social sobre um material específico no decorrer de períodos significativos”.
Na esteira desse conceito, é correto afirmar que a multimodalidade deve ser entendida como
as diferentes aptidões que as crianças apresentam no momento da alfabetização.
os diferentes significados que as palavras podem ter ao longo do tempo, revelando a flexibilidade da língua.
os variados modos de representação que demandam uma reconfiguração do letramento para além do verbal.
a polissemia dos textos literários clássicos, evidente para as crianças à medida que acessam as novas tecnologias de informação.
a diversidade de métodos que se encontram à disposição do professor para ensinar a criança a escrever.