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Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) de 2022, a população com deficiência no Brasil foi estimada em 18,6 milhões de pessoas de 2 anos ou mais de idade, o que corresponde a 8,9% da população dessa faixa etária. Nesse contexto, as disparidades educacionais são um dos fatores que repercutem na inserção laboral das pessoas com deficiência em comparação aos que não são. Analise o Gráfico a seguir e marque a alternativa CORRETA.
Gráfico 1 - Taxa ajustada de frequência escolar líquida, por existência de deficiência, segundo grupos de idade e nível de instrução.

Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv102013_informativo.pdf. Acesso em: 22 jul. 2024.
A taxa de frequência líquida ajustada mostrou que 54,4% das pessoas de 15 a 17 anos de idade com deficiência frequentavam o Ensino Superior, enquanto 70,3% das pessoas sem deficiência estavam na mesma etapa educacional, indicando uma desigualdade significativa na Educação Básica.
A taxa de frequência líquida ajustada revelou que 70,3% das pessoas de 15 a 17 anos de idade com deficiência frequentavam o Ensino Fundamental, enquanto 54,4% das pessoas sem deficiência estavam na mesma etapa educacional, indicando uma desigualdade significativa na Educação Básica.
A taxa de frequência líquida ajustada mostrou que 71,3% das crianças de 6 a 14 anos de idade com deficiência frequentavam o Ensino Médio, enquanto 86,1% das crianças sem deficiência estavam na mesma etapa educacional, indicando uma desigualdade significativa na Educação Básica.
A taxa de frequência líquida ajustada revelou que apenas 14,3% das pessoas de 18 a 24 anos de idade sem deficiência frequentavam o Ensino Superior.
A taxa de frequência líquida ajustada mostrou que 89,3% das crianças de 6 a 14 anos de idade com deficiência frequentavam os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, enquanto 93,9% das crianças sem deficiência estavam na mesma etapa educacional, indicando uma desigualdade significativa na Educação Básica.