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Todos os indivíduos, independentemente de sua posição na sociedade, embarcam em uma jornada para compreender a linguagem escrita, atravessando diferentes estágios de pensamento estrutural. Emília Ferreiro (1999) identificou esses estágios como pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.
As primeiras concepções das crianças sobre a escrita envolvem diversas hipóteses que buscam compreender o sistema alfabético de forma única. No início, elas percebem que escrever não é o mesmo que desenhar.
Segundo Ferreiro (1999), essa diferenciação entre desenho e escrita geralmente já acontece mesmo antes da criança entrar na escola, pois ela está inserida:
em um ambiente sociocultural.
em um campo alfabetizador.
em uma sociedade grafocêntrica.
em um espaço culturalmente letrado.