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Uma professora de Ciências, após explicar a estrutura celular para os alunos do 6º ano, diz: “Esses são os fundamentos da estrutura celular. Todos entenderam?”.
Em relação à perspectiva defendida por Lemov (2023) sobre a verificação da compreensão, essa prática é
divergente, porque o autor entende que pedir para os alunos avaliarem a própria compreensão de algo que acabaram de aprender costuma gerar falsas confirmações, especialmente quando a resposta é apenas sim ou não.
convergente, porque o autor valoriza o que chama de consentimento aparente, o qual evidencia que os alunos estão em sintonia com o professor, revelando fluidez e continuidade dos temas de estudo.
convergente, porque o autor afirma que as pessoas, mesmo as leigas, geralmente reconhecem o que sabem e o que não sabem sobre um tópico, de modo que a autoavaliação sobre o conteúdo aprendido deve ser incentivada.
convergente, porque o autor valoriza a técnica do autorrelato, ou seja, a validação direta pelo aluno da própria compreensão a partir de uma afirmação ou, em caso do enfrentamento de dificuldades, da devida negativa.
divergente, porque o autor entende que, para ser efetiva, a pergunta feita pela professora deveria ser mais específica, questionando, por exemplo, se todos entenderam claramente as diferenças entre células vegetais e animais.