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Em Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? (São Paulo: Summus, 2015), Maria Teresa Eglér Mantoan pondera:
A escola se entupiu do formalismo da racionalidade e cindiu-se em modalidades de ensino, tipos de serviço, grades curriculares, burocracia. Uma ruptura de base em sua estrutura organizacional, como propõe a inclusão, é uma saída para que a escola possa fluir, novamente, espalhando sua ação formadora por todos os que dela participam.
Nosso modelo educacional mostra há algum tempo sinais transformações.de esgotamento, e nesse vazio de idéias, que acompanha a crise paradigmática, é que surge o momento oportuno das transformações.
Sobre a educação especial/inclusiva nos anos iniciais do Ensino Fundamental, é INCORRETO afirmar:
A utilização de materiais didáticos especializados substitui a formação e a valorização dos professores e possibilita que a turma toda aprenda, sem exclusões ou exceções.
O direito à diferença nas escolas implica a desconstrução do sistema escolar excludente, normativo e elitista, provocando a recriação do modelo educativo escolar a partir do compromisso do ensino para todos.
A inclusão questiona as políticas e a organização da educação especial e da regular, e implica inserção escolar de forma radical, completa e sistemática de todos.
Os estabelecimentos de ensino devem eliminar barreiras arquitetônicas e adotar práticas de ensino adequadas às diferenças dos alunos para promover as aprendizagens de todos.