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Esse pensador rompeu com a pedagogia da falta de diálogo, da repetição, procurando elaborar, na práxis da sala de aula, atividades das quais os alunos participassem em grupos, expressassem-se livremente, tomassem decisões, discutissem suas ideias, com voz ativa por meio de diálogos e, principalmente, participassem de sua aprendizagem como construtores do conhecimento. Denominou estas atividades de técnicas, não de um método de trabalho que mudariam radicalmente sua prática como professor, e a do aluno, como aprendiz. Podem ser nomeadas algumas delas: aula-passeio, impressão gráfica na escola, texto livre. jornal escolar, correspondência interescolar, entre outras. Segundo ele, a diferença é que as técnicas não seriam constantes, não estariam acabadas, nem seguiriam um rito, seriam instrumentos para facilitar o trabalho pedagógico. Esse(a) pensador(a) da Educação foi:
Célestin Freinet.
Edgar Morin.
Emilia Ferreiro.
Hannah Arendt.