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Em sala de aula, a leitura, muitas vezes, compreendida apenas como a capacidade de decodificação, ou seja, a memorização de todas as correspondências grafofônicas, requer uma nova concepção por parte do educador. Nesse contexto, segundo Albuquerque, a partir da década de 1990, no Brasil, o termo alfabetização foi ampliado e passou a englobar outro fenômeno: o letramento. Dentro desse cenário, é incoerente afirmar:
A complexidade das práticas sociais de leitura em sala de aula culminaram na ampliação das atividades de leitura para contextos diversos, no intuito de tornar seu uso mais efetivo.
As práticas em sala de aula precisam considerar que as experiências prévias e cotidianas de letramento dos alunos garantem a autonomia para a leitura de textos diversos.
Em sala de aula, as práticas de ensino da leitura e escrita precisam considerar as especificidades e indissociabilidade desses dois processos: alfabetização e letramento.
Os princípios que regem o sistema notacional são empregados em atividades voltadas para a alfabetização.
As atividades voltadas para os gêneros textuais que circulam nas interações sociais vão ao encontro da apropriação do letramento por parte do educando.