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Em um acompanhamento psicopedagógico de um estudante do 6º ano, o psicopedagogo percebe que o aluno consegue memorizar conteúdos, mas demonstra dificuldade em aplicá-los em novas situações. Ao observar as práticas pedagógicas da escola, nota-se que as atividades são centradas na repetição e na cópia, com pouca exploração do sentido e da relação entre os conceitos. Diante desse cenário, o psicopedagogo propõe intervenções que valorizam a construção ativa do conhecimento e a mediação entre o novo e o prévio, favorecendo a atribuição de significados pessoais ao aprendizado. Com base nos princípios da aprendizagem significativa de David Ausubel e da mediação pedagógica de Vygotsky, a ação do psicopedagogo, nesse caso, deve priorizar:
A substituição imediata das estratégias da escola por métodos de ensino baseados exclusivamente na ludicidade, uma vez que o brincar sempre garante aprendizagem significativa.
A reorganização dos conteúdos em sequência linear e cumulativa, focando na repetição e memorização até que o aluno consiga automatizar o conhecimento.
A criação de situações de aprendizagem em que o aluno relacione os novos conteúdos aos seus conhecimentos prévios, com o psicopedagogo atuando como mediador do processo de construção de sentido.
A avaliação diagnóstica apenas dos fatores emocionais, pois o problema de aplicação do conhecimento está unicamente ligado à falta de motivação e autoestima do aluno.