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A partir da hipótese de que a atual supervisão de ensino do sistema público apresenta uma cultura de administração centrada em práticas autoritárias e fiscalizadoras e pensando em uma possibilidade de ruptura com modelos autoritários, assinale a alternativa INCORRETA:
O supervisor, tomando como objeto de seu trabalho a produção do professor, afasta-se da atuação linear, hierarquizada, burocrática que vem sendo questionada por educadores e passa a contribuir para um desempenho docente mais qualificado.
O mais importante no trabalho do supervisor é a adoção de estratégias controladoras de trabalho, para que não possa haver margem para desentendimentos.
Supervisão será sempre uma forma de verificação, de avaliação, mas de verificação e de avaliação com a finalidade de prestar assistência e colaboração.
O supervisor não é mais aquele sujeito que possui um 'superpoder' de assessorar, acompanhar, controlar e avaliar o trabalho que os professores realizam nas escolas, mas aquele que constrói com os professores seu trabalho diário.
O supervisor é um parceiro político-pedagógico do professor, que contribui para integrar e desintegrar, organizar e desorganizar o pensamento do professor num movimento de participação continuada, no qual os saberes e os conhecimentos se confrontam.
De acordo com Genovesi (1999, p. 79-80), a pedagogia é ciência autônoma porque tem uma linguagem própria, tendo consciência de usá-la segundo um método próprio e segundo os próprios fins e, por meio dela, gera um corpo de conhecimentos, uma série de experimentações e de técnicas sem o que lhe seria impossível qualquer construção de modelos educativos. Nesse sentido é correto afirmar que
o papel da pedagogia, como ciência, cria o seu objeto, a educação: um constructo teórico do qual é impossível estudar os mecanismos, os modos de aplicação, as finalidades, que se identificam mais com o que se alcança, do que com o que se persegue.
o papel da pedagogia, como ciência, não é outro senão oferecer modelos formais sobre o problema da formação do indivíduo racionalmente justificáveis e logicamente defensáveis, particularizando as variáveis que os compõem enquanto instrumentos interpretativos e propositivos de uma classe de eventos educativos.
o papel da pedagogia, como ciência, não é outro senão oferecer modelos informais sobre o problema da formação do indivíduo racionalmente justificáveis e logicamente defensáveis, particularizando as invariáveis que os compõem enquanto instrumentos interpretativos e propositivos de uma classe de eventos educativos.
o papel da pedagogia, como ciência autônoma porque tem a sua própria linguagem tendo consciência de usá-la de acordo com o método que for necessário e fins não próprios constituindo, por meio dessa linguagem, um corpo de conhecimentos, uma série de experimentações e de técnicas com quais lhe é possível qualquer construção de modelos educativos.
As brincadeiras pedagógicas NÃO possibilitam:
Fortalecer o trabalho em equipe.
Trabalhar a imaginação e a criatividade dos estudantes.
Estimular a sensibilidade motora e visual dos estudantes.
Reforçar o controle dos pais e professores.
Julgue os excertos abaixo:
I. A Pedagogia Tecnicista define que uma prática educativa deve ser voltada para o aperfeiçoamento moral e intelectual do estudante.
LOGO,
II. A escola é vista como o único espaço onde o conhecimento pode ser aprendido.
Após análise, assinale a alternativa que julgue o (s) excerto (s) com a (s) informação (ões) CORRETA (S):
Ambas as afirmações são falsas, mas a II explica a I.
As afirmações I e II são falsas.
Ambas as afirmações são verdadeiras e a II explica a I.
A afirmação I é verdadeira, mas a II não explica a I.
Segundo CRAIDY e KAERCHER, o trabalho pedagógico na Educação Infantil diferencia-se de acordo com a faixa etária e o processo de construção progressiva de autonomia por parte da criança. Sobre as atividades dedicadas às crianças de um a dois anos de idade, é CORRETO afirmar que:
Precisam considerar a grande dependência das crianças em relação ao adulto, portanto, a necessidade de interações individualizadas adulto-criança, nos momentos de explorar o próprio corpo, através de movimentos e da experiência de diferentes sensações no contato com o objeto. Nessa fase, o ambiente precisa de materiais que irão mediar a relação e as brincadeiras entre o adulto e a criança.
Já podem participar de algumas atividades em grupo, mas ainda têm a necessidade de muita atenção individualizada por parte do adulto. Nessa fase, é fundamental pensar em atividades que proporcionem o desenvolvimento motor e o desenvolvimento da linguagem.
Iniciam os jogos simbólicos, as brincadeiras de faz de conta e uma maior desenvoltura motora das crianças para a exploração do ambiente e dos objetos. Nessa fase, já é possível organizar as primeiras rodinhas para comunicação e representação.
É possível investir nas atividades cooperativas que requerem negociações permanentes. Nesse período, começam a se estabelecer as regras de convivência.
As crianças começam a tomar algumas decisões por conta própria, como escolher alimentos e roupas e, também, se alimentar e se vestir sozinhas.