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“Os jogos põem em exercício funções cognitivas e afetivas, assim como desenvolvem conteúdos sociais, por isso, os mesmos têm acompanhado o desenvolvimento da humanidade por toda a sua evolução” (Weiss, 2015). A autora apresenta o uso de jogos na intervenção psicopedagógica como um importante recurso. Assim, é INCORRETO afirmar que:
A competição, o desafio, o ganhar e o perder estarão presentes e serão conduzidos de forma construtiva para a vida socioafetiva do paciente.
Será preciso que o psicopedagogo estude, analise as características de cada jogo, o objetivo, o processo a ser percorrido, os passos intermediários, a mudança de fase, e planeje o que fazer para atingir novas metas.
O profissional precisará conhecer as operações cognitivas subjacentes às condutas exigidas na realização dos diferentes jogos.
Os jogos não devem ser utilizados junto aos pacientes com problemas de conduta, pois exigem habilidades por eles não desenvolvidas.
No trabalho clínico psicopedagógico, o terapeuta conduzirá o paciente ao hábito de planejar, executar e avaliar o que fez. Ler as regras ou cartas específicas, instruções em partes do tabuleiro, fazer anotações, fazer contagens e operações indispensáveis.