

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
As pessoas com transtorno de personalidade borderline muitas vezes se sentem extremamente expostas e desvalorizadas pelas pessoal ao seu redor, o que as leva a um forte sentimento de vergonha. Esta tendência a sentir vergonha está associada a:
Está ligada a impulsividade controlada, que é característica comum dos pacientes que possuem o transtorno.
Esta vergonha está relacionada à raiva, à alta impulsividade, à baixa autoestima, e a instabilidade, que são características de quem possui a o transtorno borderline.
Padrão flexível e persistente de comportamentos, pensamentos e sentimentos.
Sentimentos de autonomia e de que consegue tudo o que se propor a fazer, que são características de quem possui a o transtorno borderline.
O transtorno de personalidade antissocial é caracterizado por um padrão invasivo de desrespeito e violação dos direitos dos outros. Pessoas com esse transtorno geralmente demonstram um desconsideração pelas normas sociais, comportamentos irresponsáveis e falta de empatia. Essas características tendem a se manifestar desde a idade adulta precoce e estão associadas a um histórico de comportamentos delinquentes e criminalidade. Assinale a alternativa que corresponde CORRETAMENTE ao enunciado.
O transtorno de personalidade antissocial é caracterizado por um padrão persistente de medo e evitação de interações sociais, sem demonstrar comportamentos desrespeitosos.
O desrespeito pelas normas sociais e a falta de remorso ou culpa pelos comportamentos prejudiciais são características centrais do transtorno de personalidade antissocial.
As pessoas com transtorno de personalidade antissocial são reconhecidas por sua cooperação, lealdade e respeito aos direitos e desejos dos outros.
Indivíduos com transtorno de personalidade antissocial geralmente possuem uma profunda capacidade de empatia e demonstram uma consideração genuína pelos sentimentos dos outros.
O transtorno de personalidade antissocial está associado a um comportamento socialmente adaptativo e uma capacidade excepcional de seguir as regras estabelecidas pela sociedade.
Um transtorno da personalidade (TP) pode ser caracterizado como padrão persistente de experiência interna e comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo, é difuso e inflexível, começa na adolescência ou início da fase adulta, é estável ao longo do tempo e leva a sofrimento ou prejuízo. Quanto ao histórico do conceito de TP, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: Transtornos da personalidade - Angela Mazer, Brisa Macedo e Mário Juruena
Na primeira versão do DSM as patologias da personalidade tiveram breves descrições e incluíram um amplo campo diagnóstico para o TP antissocial, com subtipos como desvios sexuais, alcoolismo, dependência de drogas e reações dissociais.
Com a publicação do DSM-IV foi elaborado um sistema diagnóstico, ateórico e categorial, baseado em critérios diagnósticos consistentes com o diagnóstico médico contemporâneo, que incorpora evidências científicas, epidemiologia e discussão de potencial etiopatogenia.
O DSM-IV busca apropriar-se do que é utilizado na abordagem da clínica para estabelecer critérios diagnósticos consistentes para os TP, além de rastrear meios de influenciar novas abordagens de diagnóstico e tratamento.
Na Antiguidade, a teoria humoral de Hipócrates, posteriormente aperfeiçoada por Galeno, foi responsável pela interface que levou em conta os tipos da personalidade e o substrato orgânico do indivíduo. De acordo com esta teoria, os indivíduos eram divididos em três categorias: sanguíneos, fleumáticos ou melancólicos, a partir da disposição de seus humores corporais.
Nas versões subsequentes ao primeiro DSM, descritores para os oito tipos de TP e foram incorporados e as definições estabelecidas.
Transtornos da personalidade são condições permanentes e imutáveis, impedindo qualquer possibilidade de intervenção terapêutica bem-sucedida, uma vez que são inerentes à essência do indivíduo.
Certo
Errado
Lori fica com raiva e hostil quando seu namorado escolhe passar uma noite com seus amigos. Ela o vê como “ruim” e tenta manipulá-lo para fazê-lo ficar em casa. Ocasionalmente, quando isso ocorre, ele ameaça romper o relacionamento, mas Lori faz quase qualquer coisa para mantê-lo. Ela ameaçou ocasionalmente cometer suicídio. Podemos inferir que o padrão de comportamento de Lori é predominantemente característico do transtorno de personalidade:
Antissocial.
Borderline.
Esquizoide.
Paranoico.
Passivo-agressivo.
Quais são as implicações do Transtorno de Personalidade Antissocial (TPA) em relação ao risco de cometer atos criminosos?
O TPA não está relacionado ao comportamento criminoso; é um transtorno exclusivamente cognitivo.
O TPA não afeta o comportamento de uma pessoa em relação à criminalidade.
O TPA não está relacionado ao comportamento criminoso; é um transtorno exclusivamente emocional.
O TPA está relacionado ao comportamento criminoso apenas em casos raros, os quais está em associação com a esquizofrenia.
O TPA aumenta significativamente o risco de comportamento criminoso devido à impulsividade, falta de empatia e desrespeito pelos direitos dos outros.
Acerca da psicopatologia e dos transtornos de personalidade, psicossomáticos e relacionados ao uso e ao abuso de substâncias psicoativas, assinale a alternativa correta.
Os indivíduos com transtorno de sintomas somáticos geralmente apresentam sintomas somáticos múltiplos e atuais, que provocam sofrimento ou resultam em perturbação significativa da vida diária. Os sintomas do transtorno não podem estar relacionados a outra condição médica concomitante.
Uma característica importante dos transtornos por uso de substâncias é a não alteração dos circuitos cerebrais, independentemente da gravidade dos transtornos.
A característica essencial de um transtorno por uso de substâncias consiste na presença de um agrupamento de sintomas cognitivos, comportamentais e fisiológicos que indicam o uso contínuo da substância pelo indivíduo.
Um transtorno da personalidade é um padrão persistente de experiência interna e de comportamento que se desvia, acentuadamente, das expectativas da cultura do indivíduo, é difuso e inflexível, começa na infância, é instável ao longo do tempo e leva a sofrimento ou prejuízo.
O diagnóstico de transtornos da personalidade exige a avaliação dos padrões de funcionamento de longo prazo do indivíduo, e as características particulares da personalidade devem estar evidentes no começo da fase infantil. Os traços de personalidade que definem esses transtornos não diferem das características que surgem em resposta a estressores situacionais específicos.
O transtorno da personalidade narcisista é caracterizado por
ordenação e organização excessiva das coisas de uma maneira específica e precisa.
padrão generalizado de grandiosidade, necessidade de adulação e falta de empatia.
ansiedade excessiva e preocupação exagerada com os eventos da vida cotidiana.
alternância, às vezes súbita, de episódios de depressão com os de euforia (mania e hipomania).
Um aspecto fundamental relativo ao tratamento dos Transtornos de Personalidade é o reconhecimento de que há possibilidades de tratamentos viáveis e efetivos. Quanto aos métodos de tratamento dos TP, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: visão geral dos transtornos de personalidade - Manual MSD/ Transtornos da personalidade - Angela Mazer, Brisa Macedo e Mário Juruena / Tratamentos para transtorno de personalidade - Marisa Alves / Transtorno de personalidade - Hospital Santa Mônica
A terapia comportamental é uma das abordagens mais citada na literatura especializada para tratamento de diversos quadros psicopatológicos.
Não há medicamentos específicos recomendados para o tratamento dos TP, assim, são indicadas medicações para controle de sintomas nucleares e tratamento de comorbidades frequentemente presentes.
Deve haver um esforço para permitir que os pacientes percebam que seus problemas são externos (comportamentais) deve ser feita precocemente. Os pacientes precisam entender que seus problemas com o trabalho ou relacionamentos são causados por suas formas problemáticas de se relacionar com o mundo.
Identificar o momento correto de se fazer uma internação é o principal desafio enfrentado por pessoas que convivem com distúrbios de personalidade. Entre as internações, um tipo é a compulsória, na qual o familiar pode solicitar a internação, desde que o pedido seja feito por escrito e aceito pelo médico psiquiatra.
Para modificar traços de personalidade problemáticos, é mais indicado terapia em grupo, porque outros membros podem agir de maneiras que reforçam ou diminuem os comportamentos ou pensamentos problemáticos do paciente.
Um profissional psicólogo foi convocado por um juiz para avaliar o caso de um rapaz, de 20 anos, que exibe uma baixa tolerância à frustração, além de comportamentos agressivos e impulsivos. Ele demonstra total desprezo pelas consequências de seus atos, para si e para os outros, mesmo quando é punido ou advertido. Seus comportamentos já provocaram diversos conflitos com a lei, que o jovem justifica por meio de explicações plausíveis ou culpabilizando os outros. Um dado fundamental para reforçar a hipótese de um transtorno de personalidade antissocial é a
constatação de que esses desvios de conduta têm como objetivo a busca de atenção e cuidados.
comprovação de que os desvios de conduta são decorrentes do consumo abusivo de substâncias.
exacerbação dos sentimentos de angústia após a concretização de atos de violência dirigidos ao outro.
ocorrência de episódios de regressão a estágios primitivos do comportamento, alternados com períodos de elação.
presença de evidências de que esses desvios já ocorriam antes dos quinze anos de idade.
O transtorno de personalidade narcisista é caracterizado por um padrão generalizado de grandiosidade, necessidade de adulação e falta de empatia. Sobre esse tema, é CORRETO afirmar que:
Pacientes com transtorno de personalidade narcisista superestimam suas habilidades e exageram suas realizações. Eles acham que são superiores, originais ou especiais. Essa superestimação de seu próprio valor e realizações muitas vezes implica uma visão também superestimada do valor e das realizações dos outros.
A prevalência estimada do transtorno de personalidade narcisista ao longo da vida varia muito, mas é mais comum entre as mulheres do que entre os homens.
Eles são sensíveis e se chateiam com as críticas dos outros e com o fracasso, o que faz com que se sintam humilhados e derrotados.
Os fatores biológicos são os principais fatores que contribuem para o transtorno de personalidade narcisista. Trata-se de um componente significativo.
A característica essencial do transtorno da personalidade borderline é um padrão difuso de instabilidade das relações interpessoais, da autoimagem e de afetos e de impulsividade acentuada que surge no começo da vida adulta e está presente em vários contextos. Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diferencial desse transtorno para com outros transtornos da personalidade.
Ideias ou ilusões paranoides podem estar presentes nos transtornos da personalidade borderline e esquizotípica, mas esses sintomas, no transtorno da personalidade esquizotípica, são mais transitórios, reativos a problemas interpessoais e responsivos à estruturação externa.
O transtorno da personalidade borderline frequentemente ocorre de forma concomitante com transtornos depressivos ou bipolares, e, quando atendidos critérios para ambos, é diagnosticado apenas como transtorno da personalidade borderline.
Mesmo que os transtornos da personalidade antissocial e borderline sejam caracterizados por comportamento manipulativo, indivíduos com o segundo manipulam para obter lucro, poder ou alguma outra gratificação material, ao passo que o alvo, no transtorno da personalidade antissocial, é a obtenção de atenção dos cuidadores.
O transtorno da personalidade borderline pode ser também distinguido do transtorno da personalidade dependente por seu padrão típico de relações estáveis, porém supérfluas.
Ainda que o transtorno da personalidade histriônica possa ser também caracterizado por busca de atenção, comportamento manipulativo e por mudanças rápidas nas emoções, o transtorno da personalidade borderline distingue-se por autodestrutividade, ataques de raiva nos relacionamentos íntimos e sentimentos crônicos de vazio profundo e solidão.
Na primeira consulta de uma paciente no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), o psicólogo procede com entrevista da paciente de 25 anos de idade, solteira, desempregada, com dois filhos, que reside com o pai, a mãe e um dos filhos. O outro filho reside com a família paterna. A paciente está acompanhada pela irmã. A paciente relata dificuldades em relacionamentos interpessoais, vários relacionamentos com pouca durabilidade e términos muito conturbados, com ameaças e idealizações suicidas quando a paciente percebe um padrão de abandono nos relacionamentos, a mesma queixa-se de variações sobre a percepção da sua autoimagem, irritabilidade e crises de ansiedade. De acordo com a irmã da paciente, durante e após a gestação do segundo filho, a paciente fez uso de cocaína e heroína. O uso dessas substâncias foi cessado e atualmente a paciente faz uso de grande quantidade de álcool além de ser tabagista. Foi realizado encaminhamento pela unidade básica de saúde para o CAPS, afim de avaliar, diagnosticar e realizar tratamento da paciente. Tendo em vista o caso relatado, assinale a alternativa correta.
Esforços desesperados para evitar abandono real ou imaginado fazem parte de critério diagnóstico para transtorno da personalidade borderline.
Comportamento auto-mutilante não faz parte dos sintomas de transtorno da personalidade borderline.
Pacientes com transtorno da personalidade borderline não tem dificuldade de controlar acessos intensos de raiva.
O Psicólogo que realizou a entrevista inicial da paciente deve diagnosticar a paciente logo após a entrevista e encaminha-la à um hospital geral com ala psiquiátrica para que seja realizado tratamento.
O transtorno de personalidade antissocial só pode ser firmado como diagnóstico com o indivíduo tendo, ao menos:
15 anos.
18 anos.
12 anos.
10 anos.
A proximidade e ao mesmo tempo a oposição entre neurose e perversão levantam a questão da relação entre as duas, assim como a sua diferenciação estrutural. Acerca dessa diferenciação, assinale a alternativa CORRETA.
Num ser puramente masculino haveria, nas duas barreiras sexuais, um excesso de liberação masculina, portanto, produção de prazer e, em consequência, neuroses de defesa.
A sintomatologia psiconeurótica representa, através do recalque, a expressão convertida dos impulsos que poderiam ser qualificados, de um ponto de vista normativo, como pervertidos.
A concepção de uma fantasia emergente na primeira infância e voltada à satisfação autoerótica pode se tratar de um traço primário de neurose.
A histeria, que não é sexualidade repudiada, mas uma neurose repudiada, é apontada como consequência da neurose do sedutor.
A perversão é a condição da defesa ter sido rejeitada antes de o aparelho psíquico ter se constituído por completo, ou de jamais ocorrer.
Na alteração de pensamento quanto ao conceito, é possível encontrar descarrilhamento e fuga de ideias, o que é comum entre pacientes psicóticos e aqueles com transtorno de estresse pós-traumático.
Certo
Errado
Sobre a personalidade padrão passivo-agressiva descrita por Dalgalarrondo (2019), é CORRETO afirmar que:
O indivíduo coloca-se como vítima.
A expressão da hostilidade é direta.
O indivíduo reconhece sua frustração e a camufla.
O sujeito expressa os seus afetos.
O sujeito utiliza-se da autopunição.
O principal fator que diferencia o Transtorno Bipolar do tipo I do Transtorno Bipolar do Tipo II é a presença anterior de episódios maníacos bem caracterizados, os quais ocorrem apenas no Transtorno Bipolar do Tipo II.
Certo
Errado
Indivíduos com Transtorno de Personalidade Esquizoide caracterizam-se por apresentar um padrão generalizado de inibição social, sentimentos de inadequação e hipersensibilidade à avaliação negativa que começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos.
Certo
Errado
Nas três estruturas de personalidade quais sejam: neurose, psicose e perversão, está CORRETO afirmar que:
Na neurose não há angústia, enquanto que na psicose há clareza perceptiva. Na perversão, o controle da realidade é a principal tarefa.
Na neurose não há reconhecimento de regras, enquanto que tanto na psicose quanto na perversão, há total reconhecimento de regras morais e sociais.
Na neurose não há ocorrência de culpa. Na psicose a percepção apresenta-se prejudicada e na perversão o ego é bem estruturado.
Na neurose a canalização do prazer é constante; na psicose não há reconhecimento de regras e na perversão pode haver de desejos tais como zoofilia.
Na neurose ocorre uma forte necessidade de seguimento de regras, enquanto na psicose não há o reconhecimento das regras. Já na perversão ocorre a busca pelo prazer constante.