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A concordância dos pronomes de tratamento, no texto oficial, reveste-se de particularidades quando se trata da concordância verbal, nominal e pronominal. Neste sentido, são verdadeiras as proposições abaixo, EXCETO:
A redação oficial é uma forma padronizada a partir da qual o Poder Público se apresenta. No entanto, constatam-se diferenças entre as múltiplas modalidades oficiais, a exemplo do Ofício e do Aviso.
O uso adequado do pronome de tratamento é uma exigência do padrão formal, que caracteriza a comunicação oficial.
A forma de tratamento “Digníssimo (a)” está em desuso, quando a comunicação for endereçada a: “Ministro de Estado da Justiça, Senado Federal e Juiz de Direito”.
O Manual de redação da Presidência da República “estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial”: “Respeitosamente” para autoridades superiores e “Atenciosamente” para autoridades da mesma hierarquia ou de hierarquias diferentes.
Os pronomes de tratamento se referem à segunda pessoa gramatical, ou seja, a pessoa com quem se fala ou a quem se dirige a comunicação. Portanto, fazem a concordância com formas linguísticas de segunda pessoa.