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Somente as comunicações dirigidas aos chefes de poder receberão o vocativo “Excelentíssimo Senhor”. As comunicações dirigidas às demais autoridades tratadas pelo pronome “Vossa Excelência” terão como vocativo “Senhor”, seguido do respectivo cargo.
Certo
Errado
Em correspondência oficial dirigida a deputado federal, deve-se empregar, no vocativo, o superlativo Ilustríssimo, seguido do pronome de tratamento Senhor e do nome do cargo.
Considerando que a expressão Fulano de Tal corresponda ao cargo ocupado pelo destinatário, assinale a opção que apresenta o vocativo correto a ser empregado nas comunicações dirigidas às autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria.
Senhor Fulano de Tal
Doutor Fulano de Tal
Digníssimo Senhor Fulano de Tal
Ilustríssimo Senhor Fulano de Tal
Eminentíssimo Senhor Fulano de Tal
O vocativo que deve ser empregado em correspondência dirigida a um ministro de Estado é Senhor Ministro.
Certo
Errado
O emprego do pronome “vós” designa respeito pela autoridade a quem se destina a mensagem, por isso o seu emprego é obrigatório nas correspondências oficiais dirigidas a pessoas que ocupam cargos hierarquicamente superiores ao de seu emitente.
Em comunicações escritas, é necessária a utilização adequada dos vocativos correspondente a cada autoridade. Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, de forma a estabelecer corretamente essa relação.

A sequência correta, de cima para baixo, está na opção
3 – 1 – 4 – 5 – 2
5 – 1 – 4 – 3 – 2
1 – 5 – 2 – 3 – 4
4 – 2 – 5 – 1 – 3
2 – 3 – 1 – 4 – 5
O gênero gramatical dos adjetivos relacionados aos pronomes de tratamento deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refiram. Assim, no caso de correspondência enviada ao ocupante do cargo de presidente da República do Brasil, hoje uma mulher, seria correto o trecho Vossa Excelência será imediatamente informada.
Em documentos oficiais, como as redações oficiais, a “Precisão Vocabular” (emprego da palavra exata para expressar uma ideia) é muito importante para facilitar a compreensão do leitor.
(BELTRÃO, Odacir, BELTRÃO, Mariúsa. Correspondência: linguagem & comunicação, 20ª ed. Editora Atlas.)
Com base no enunciado, marque o que não caracteriza “precisão”, portanto, não se recomenda em redações oficiais.
Construir parágrafos curtos e sem muitos pormenores.
Escrever somente sobre o assunto que se conhece bem.
Escrever frases, períodos e parágrafos que estejam no nível de compreensão do leitor.
Usar expressões com rebuscamento linguístico.
Consultar o dicionário sempre que for necessário.
O vocativo Senhor deve ser usado nas comunicações oficiais dirigidas aos cargos de senador, juiz, ministro e governador, da seguinte forma: Senhor Senador, Senhor Juiz, Senhor Ministro, Senhor Governador.
Dentre as alternativas a seguir, o vocativo correto a ser utilizado em correspondência oficial é
Santíssimo Cardeal.
Magnífico Prefeito.
Excelentíssimo Senhor Presidente.
Excelentíssimo Reitor.
Ao se dirigir a um Juiz por correspondência oficial, assinale a opção correta do vocativo a ser empregado nessa comunicação, segundo o manual de redação oficial da Presidência da República.
Senhor Juiz.
Excelentíssimo Senhor Juiz.
Digníssimo Juiz.
Meritíssimo Juiz.
Doutor Juiz.
A forma correta do vocativo nesse tipo de expediente seria Excelentíssimo Senhor, seguida do respectivo cargo do destinatário da comunicação.
Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, assinale o endereçamento correto no envelope destinado às autoridades tratadas por Vossa Excelência.
A Vossa Excelência o Senhor
Senador Fulano de Tal
A Sua Excelência o Senador
Fulano de Tal
A Sua Excelência o Senhor
Senador Fulano de Tal
A Vossa Excelência o Senador
Fulano de Tal
A Vossa Excelência
Senador Fulano de Tal
Na correspondência do diretor da escola ao titular da Secretaria de Educação deve-se evitar o uso do tratamento “Digníssimo”, pois
esta fórmula é aplicável apenas às altas patentes da corporação militar e aos membros da Igreja Católica.
a dignidade é condição para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessário enfatizar tal fato.
a nova reforma ortográfica suprimiu as fórmulas cerimoniosas, em favor de uma comunicação mais direta entre as pessoas.
foram abolidos, por dispositivo constitucional, todos os mecanismos que estimulam a desigualdade entre funcionários públicos.
Nos termos do art. 61 da Constituição Federal, submeto à deliberação de Vossas Excelências o texto do projeto de lei que “Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2009”. (mensagem presidencial)
A forma dos atos administrativos obedece a normas regedoras das comunicações escritas das repartições públicas. A redação é padronizada. Assinale a alternativa incorreta a respeito do ato administrativo Ofício.
O vocativo, que invoca o destinatário, deve ser seguido de vírgula.
Quando o texto contiver mais de uma ideia sobre o assunto, elas devem ser tratadas cada uma em um parágrafo.
As comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras que atendem a rito e tradição próprios são feitas de acordo com as determinações do país de origem a quem a comunicação é destinada.
Se tiver duas ou mais páginas podem-se usar todas elas em frente e verso, desde que se faça as alterações específicas na diagramação a partir da segunda página.
O parágrafo do fecho não pode ser numerado. Ele possui a finalidade de marcar o final do texto e de saudar o destinatário.
É fundamental observar o emprego correto dos pronomes de tratamento em um expediente oficial, o que, somado a outros cuidados, imprime formalidade no tratamento de assuntos públicos.
O ministro da saúde, para solicitar recursos necessários ao aumento de gastos com o INCA, deve enviar ao presidente da República uma exposição de motivos da solicitação.