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Como as demais profissões regulamentadas em lei, a atividade de Relações Públicas tem um Código de Ética profissional. O Código exige que se o profissional tomar conhecimento de uma informação da organização, ainda que comprometa a essa ou a seus dirigentes, mas sem representar um ilícito, cabe a ele:
divulgar o que achar errado;
desmentir eventuais denúncias;
guardar sigilo sobre o que sabe;
emitir uma informação diferente;
destruir todos os documentos comprometedores.
Sobre o problema da perda de sentido da duração real das coisas ou ética da imagem, numere corretamente a coluna da direita de acordo com a da esquerda:
(1) O debate, o discurso verbal do palanque, a entrevista, o ensaio e o tratado são formas tradicionais de discursos persuasivos empregados também no campo político.
(2) A publicidade não “vende” seus objetos em seu valor de uso, mas na sua validade como qualificador daquele que o compra, o seu valor de signo.
(3) Tipo de racionalidade que ordena os comportamentos com vista aos fins, procurando sempre uma equação entre energia despendida e resultados obtidos.
(4) A ética da dimensão pública prescreve a mediação argumentativa dos conflitos e ensina a buscar o consenso.
( ) A propaganda política tem como modelo de “linguagem” a publicidade
( ) Ao se aproximar da publicidade comercial a propaganda política submete-se à lógica social do consumo
( ) Estratégia retórica e estratégia conotativa tornam-se a característica da propaganda midiática.
( ) A retórica é ineliminável em ambiente de competição discursiva.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
1-2-3-4.
2-4-1-3.
3-1-4-2.
4-3-2-1.
O CONAR atua na publicidade comercial, na propaganda político-partidária e no merchandising ou publicidade indireta.
Ao profissional de relações públicas é vedado o exercício do lobby.
É vedado ao profissional de relações públicas atender a clientes concorrentes em todas as circunstâncias, tendo em vista o conflito de interesses que tal atitude acarretaria.
As corporações podem adotar conduta ética de caráter particular, uma vez que o seu compromisso é com a obtenção de lucro e com o atendimento dos interesses de investidores e acionistas, devendo as suas ações de comunicação pública refletir isso.
É VEDADO ao Profissional de Relações Públicas: I
lucrativa ou filantrópica, de clientes que tenha
atendido em virtude de sua função técnica em organizações
diversas.
II
. admitir práticas que possam levar a corromper ou acomprometer a integridade de canais de comunicação
ou exercício da profissão.
III
. divulgar informações inverídicas da organizaçãoque representa.
IV
. esclarecer ao cliente, no caso de atendimento emequipe, a definição e qualificação profissional dos
demais membros desta, seus papéis e responsabilidades.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I, II e III.
II e III.
II, III e IV.
III e IV.
A terceira fase das relações públicas, correspondente ao modelo duplo fluxo assimétrico da comunicação, foi sobrepujada, com o advento das tecnologias que possibilitaram a bilateralidade entre os polos emissor e receptor.
I. Somente pode intitular-se profissional de relações públicas e, nesta qualidade, exercer a profissão no Brasil, a pessoa física ou jurídica legalmente credenciada nos termos da Lei em vigor. II. O profissional de relações públicas baseia seu trabalho no respeito aos princípios da "Declaração Universal dos Direitos do Homem". III. O profissional de relações públicas, em seu trabalho individual ou em sua equipe, procurará sempre desenvolver o sentido de sua responsabilidade profissional, por meio do aperfeiçoamento de seus conhecimentos e procedimentos éticos, pela melhoria constante de sua competência científica e técnica e no efetivo compromisso com a sociedade brasileira. IV. O profissional de relações públicas deve empenhar-se para criar estruturas e canais de comunicação que favoreçam o diálogo e a livre circulação de informações.” Esses são os princípios gerais que devem nortear a atividade de relações públicas.
Resolução Normativa n.º 43, de 24/8/2002, que define as funções e atividades privativas dos profissionais de relações públicas.
Lei n.º 5.377, de 11 de dezembro de 1967, que disciplina a profissão de relações públicas e dá outras providências.
Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas.
Decreto-Lei n.º 860, de 11/9/1969, que dispõe sobre a constituição do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Profissionais de Relações Públicas e dá outras providências.
Decreto n.º 63.283, de 26/9/1968, que aprova o Regulamento da Profissão de Relações Públicas de que trata a Lei n.º 5.377, de 11 de dezembro de 1967.
Para uma persuasão eficaz, o desenvolvimento de uma argumentação consistente é imprescindível. Uma premissa que não serve de base para a persuasão é
manipular as informações a serem transmitidas de forma a convencer o público-alvo.
ouvir os desejos do público-alvo.
estabelecer uma linguagem comum, que seja compreensível pelo público-alvo e permita a transmissão de informações com clareza.
agir ética, honesta e transparentemente.
definir a tese a ser utilizada, bem como a problemática para a qual a tese será a resposta.
"Sem a incessante vigilância da sociedade civil e da mídia, o vale-tudo pode imperar no mercado, viciando-o de tal modo que ficariam comprometidas as necessárias relações de confiança mútua entre os stakeholders" (SROUR, 2000, p. 174). Nesse sentido, é CORRETO afirmar que a moral da parcialidade se restringe ao setor empresarial, porque
não exige lealdade nas relações pessoais.
não se furta a justificar conveniências oportunistas nas relações com os outros.
não há prevalência do particularismo.
não presume que se lance mão de expedientes, quando há algum estorvo à realização do negócio.
Considere a seguinte situação hipotética. Um profissional de relações públicas contratado por uma organização recebe uma proposta de trabalho de uma empresa concorrente e decide aceitá-la, sem a autorização prévia das duas. Nessa situação, a conduta do profissional não é vedada pelo código de ética da sua profissão.
As pesquisas de opinião mostram que as campanhas de utilidade pública devem mostrar imagens chocantes, desde que verdadeiras, para obter resultados positivos.
A transparência ao lidar com os recursos é parte indissociável da boa imagem da organização, principalmente porque o dinheiro, seja qual for sua fonte, a partir do momento em que é destinado a uma organização do terceiro setor, passa a ser público.
Diferentemente do Código de Ética do Jornalista, que preceitua a preservação da fonte quando esta assim o desejar, o profissional de relações públicas não necessita guardar sigilo das ações que lhe forem confiadas em razão do ofício.