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Para Yolanda Guerra (2007), precisa-se compreender a instrumentalidade no exercício profissional do assistente social como uma propriedade ou um determinado modo de ser que a profissão adquire no interior das relações sociais. Nesse contexto, a instrumentalidade constitui uma
formatação histórica em que o assistente social propicia, principalmente, as demandas e os interesses capitalistas do mercado, por meio de ações e intervenções de menor custo ao seu favor.
aplicação dos instrumentos ao agir profissional que possibilita aos assistentes sociais prever resultados das suas intervenções na realidade social.
propriedade e/ou capacidade que a profissão vai adquirindo à medida que concretiza objetivos e que possibilita que os profissionais objetivem sua intencionalidade em respostas profissionais.
estratégia de ação complexa, pois o profissional de serviço social precisa alcançar seus objetivos e metas determinados, sem permitir a alteração e a adaptação dos instrumentos à realidade.
discussão desnecessária sobre o fazer profissional, pois o Movimento de Ruptura que ocorreu no serviço social já propiciou todas as reflexões necessárias em relação à intervenção do assistente social