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De acordo com os “Parâmetros para Atuação do Assistente Social na Saúde” (CFESS, 2009), é importante a inserção dos assistentes sociais nos espaços de gestão, de planejamento e de realização de investigação, tendo como diretriz o projeto ético-político profissional, com vistas a diferentes ações. Dentre elas, destaca-se a seguinte:
identificar as manifestações da questão social que chegam aos diversos espaços do serviço social por meio de estudos e sistema de registros.
promover negociação entre a população usuária e as instâncias governamentais superiores definidoras das políticas implementadas na unidade de saúde.
defender a população usuária de possíveis abusos cometidos por funcionários das unidades de saúde.
consolidar os planos, programas e projetos advindos dos governos municipal, estadual e federal, garantindo a ampla participação dos trabalhadores no serviço.
Segundo Mendes (Silva, Ramos, 2013), uma importante questão a ser enfrentada na implementação dos programas de residência multiprofissional em saúde é o que diz respeito à interdisciplinaridade. Neste sentido, é importante salientar que:
acabar com o modelo de práticas assistenciais de caráter paramédico, sob o rótulo de interdisciplinaridade, deve ser a função precípua das ações da residência multiprofissional em saúde e dos direcionamentos do SUS.
romper com o modelo assistencial de hegemonia médica, na qual as demais áreas profissionais são encaradas como subsidiárias da intervenção daquela categoria profissional, é um desafio histórico do SUS, e não da residência multiprofissional.
eliminar o modelo de práticas assistenciais pautadas na ausência de doença, que rompe com a identidade, tanto dos profissionais de saúde como dos usuários dos serviços, deve ser um direcionamento de todos os que compõem o SUS.
findar o modelo assistencial fragmentado, pontual e focalista de atendimento à saúde, é um desafio permanente que se coloca à residência multiprofissional diante da atual conjuntura de desmonte do SUS.
Mota (2017), ao analisar a atual conjuntura representada pela ameaça e pelo desmonte dos direitos sociais, afirma que os espaços profissionais e ocupacionais tradicionais do serviço social sofrerão reveses. Em relação à saúde, o que afirma essa autora?
Haverá maior tensionamento entre os profissionais em razão do aumento da demanda, o que dificultará as ações interdisciplinares.
Haverá recuo da interferência de outras áreas da Seguridade Social (previdência e assistência), alargando a possibilidade de atuação profissional do assistente social.
Haverá crescimento da demanda em função da inadimplência e dos desligamentos massivos de trabalhadores e de suas famílias dos planos e seguros privados de saúde.
Haverá maior participação de usuários no controle social, propiciando um redirecionamento das ações do assistente social para esses espaços.
Os conselhos setoriais das políticas sociais, especialmente o Conselho da Saúde, são resultados do processo de democratização, e assim concebidos como espaço institucional de controle social sobre as políticas públicas frente às ações do Estado na área da saúde. Algumas contradições se expressam na sociedade do capital advindas
dos entraves para a efetividade do controle social em nível macroeconômico e político, e das pactuações desenvolvidas no interior dos conselhos.
do controle da classe dominante para manter o seu domínio, e das estratégias de controle das classes subalternas na busca da construção de sua hegemonia.
dos direcionamentos assumidos frente às ações do Estado na manutenção do status quo e das estratégias empreendidas pela classe dominante.
do enfrentamento assumido pelos representantes dos conselhos municipais de saúde e das estratégias do Estado para a efetivação das políticas de saúde.
A estratégia nacional de desenvolvimento brasileiro tem três eixos estruturantes.
Marque a alternativa que apresenta quais são eles.
Mobilidade estratégica; vínculo entre tecnologia e combate; reposicionamento do efetivo das três forças.
Tecnologia como alternativa ao combate; dissuasão da concentração de forças hostis; capacitação do serviço militar.
Organização das forças armadas para atribuição na paz e na guerra; reorganização da indústria nacional de material de defesa; a composição dos efetivos das forças armadas com o futuro do serviço militar obrigatório.
Projeto forte de defesa fortalece projeto forte de desenvolvimento; disposição para mudar o que a realidade está exigindo de seus marinheiros, soldados e aviadores; independência nacional efetivada pela mobilização de recursos físicos, econômicos e humanos, para o investimento no potencial produtivo do País.