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Na criação, implantação e gestão de uma Política de Segurança da Informação − PSI,
o escopo deve ser apresentado apenas para os membros da alta direção, visando obter apoio e confiança na criação da PSI, pois somente com o apoio da alta gestão será possível aplicar as políticas criadas.
a área de TI deve assumir as seguintes atividades e funções: escrever as regras para a PSI; definir atribuições, papéis e responsabilidades; detalhar os procedimentos para as violações da PSI; aprovar o documento com a PSI e as alterações propostas pela alta direção.
as regras da PSI devem ser divulgadas de forma segmentada. Cada pessoa deve ter acesso apenas às regras que a atingem relativamente à sua função, ou seja, a PSI deve chegar à pessoa certa com as regras certas que ela precisa conhecer. O acesso integral à PSI deve ser impedido aos funcionários, sob pena de a própria PSI ser colocada em risco.
as regras da PSI devem ter força de lei. Uma vez que as regras da PSI tenham sido amplamente divulgadas, não pode haver violações, e caso haja, quem viola deve sofrer as consequências para que a PSI não perca credibilidade. A punição pode ser desde uma simples advertência verbal ou escrita até uma ação judicial.
a área de TI deve realizar reuniões anuais com a alta direção para fazer uma análise crítica da PSI, considerando os incidentes relatados. No entanto, a PSI não deve ser alterada fora do período de 1 ano recomendado para as reuniões, a fim de que esta não seja comprometida pelo excesso ou escassez de controles.
Como medida de segurança da informação, um Analista de Sistemas da Defensoria instalou
em seu navegador web um complemento como o Web Of Trust − WOT, que apresenta a reputação dos sites acessados através de cores como verde (confiável), amarelo (suspeito) e vermelho (inseguro).
um filtro de códigos móveis como o Personal Software Inspector − Secunia PSI, que permite o controle da execução de códigos Java e JavaScript de forma que o Analista pode decidir se estes códigos serão executados temporaria ou permanentemente.
um programa para verificação de vulnerabilidades como o NoScript, que permite verificar vulnerabilidades nos programas instalados no computador e bloquear todos os considerados suspeitos.
em seu navegador web um complemento para o encurtamento de links longos, como o CheckShortURL, que permite transformar o link de destino em um link curto, deixando a navegação mais segura.
em seu navegador web um complemento para navegação anônima, como o Anonymizer, que automaticamente deixa o navegador invisível e este passa a receber cookies dos sites de forma mais segura.
ClearCase, SourceSafe, Git e SVN são exemplos de ferramentas que automatizam atividades diretamente ligadas
ao gerenciamento de configuração e mudança de software.
à engenharia de requisitos de software.
à engenharia econômica de software.
ao gerenciamento de riscos de software.
Segurança da informação pode ser entendido como um mecanismo de proteção de um conjunto de informações com a finalidade de preservar o valor que elas possuem para uma pessoa física ou uma organização. Em relação à Segurança da Informação, aponte a alternativa incorreta.
Um firewall não impede a abertura de e-mails com anexos perigosos.
A criptografia assimétrica utiliza a mesma chave tanto para criptografar como para descriptografar os dados.
Um certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utilizados para comprovar sua identidade.
Um firewall pode ser um hardware, software ou ambos.
Em relação à proteção e recuperação da informação, um Analista de TI sugeriu, corretamente, que na COPERGÁS
os centros de dados evitem o uso de componentes redundantes como espelhamento de software e hardware, para garantir maior velocidade na recuperação de informações e aumentar a proteção aos dados cruciais.
a adoção de clusters de servidores são tecnologias suficientes para resolver os problemas causados por corrupção ou exclusão de dados, que podem ocorrer devido a erros em aplicativos, vírus, violações de segurança ou erros do usuário.
a adoção de um sistema de backup é suficiente para a proteção de dados contra qualquer tipo de interrupção e para atender aos requisitos de retenção de dados da empresa
a existência de um plano de recuperação de desastres garante que não haja perda de dados críticos.
pode haver um requisito para reter informações em um formato para arquivamento, para fins de auditoria; esse requisito pode abranger dados transacionais, documentos e informações de colaboração, como e-mail.
Em uma empresa, os dados dos seus bancos de dados de sistemas de informação são salvos em cópias de segurança, através de procedimentos formais de backup, testes e restauração, porém não existe um acordo temporal para o retorno destes dados em caso de incidente (crise ou desastre). As informações se tornam acessíveis no momento que for possível. Essa situação de proteção de dados é classificada como de nível:
Inexistente.
Continuidade.
Contingência.
Disponibilidade.
Tolerante a falhas.
Pedro trabalha na área que cuida da Segurança da Informação de uma empresa. Frente ao risco de indisponibilidade de uma aplicação, criou um servidor de backup para tentar garantir que as informações sejam replicadas, automaticamente, do servidor principal para o servidor backup de forma redundante. A estratégia utilizada por Pedro para tratar o risco é considerada como
aceitação do risco.
transferência do risco.
eliminação do risco.
especificação do risco.
mitigação do risco.
A falha de segurança “Heartbleed” permitiu que mecanismos de segurança fossem contornados para revelar dados privados de usuários. Considerando apenas a possibilidade de ter havido acesso à informação por entidades não autorizadas, o risco causado por esse tipo de falha é a perda da
autenticidade.
confidencialidade.
disponibilidade.
integridade.
irretratabilidade.