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A Internet das Coisas (IoT) refere-se à integração de objetos físicos equipados com sensores, atuadores e conectividade à Internet, capazes de coletar, transmitir e processar dados automaticamente, sem a necessidade de intervenção humana direta. Na arquitetura clássica de um ecossistema IoT voltado para monitoramento em uma cidade, o componente responsável por realizar a agregação de dados locais de diversos sensores IoT de telemetria e servir de ponte de comunicação com a nuvem é o
Atuador.
Sensor IoT.
Middleware de Aplicação IoT.
IoT Gateway.
Servidor de nuvem.
Assistentes de voz, lâmpadas e tomadas inteligentes, fechaduras e vídeo porteiros. Esses são alguns dos recursos disponíveis no mercado que utilizam a tecnologia para automatizar tarefas e integrar dispositivos no ambiente doméstico, facilitando o cotidiano das pessoas. Essa tecnologia é chamada de:
Casa On-line.
Realidade aumentada.
Internet das Coisas.
Computação em nuvem.
Em nível acadêmico, ao se construir um robô, deve-se definir os atuadores para movimentá-lo e os sensores para enviar dados sobre o meio onde ele está interagindo. Entre os diferentes tipos de sensores, há a chave de colisão, que é um:
Sensor sísmico, que detecta a vibração do robô resultante de uma colisão.
Sensor de temperatura, que detecta a variação térmica dos obstáculos, criando um mapa de calor do ambiente.
Interruptor físico, que quando toca em algum obstáculo, fecha um contato, sinalizando que houve uma colisão.
Sensor infravermelho ou ultrassônico para detectar a distância de algum obstáculo, evitando, assim, a colisão.
Sensor GPS, que evita a colisão através da análise do mapa e a sua posição nele.
Um dos aspectos fundamentais que viabilizam o IoT está relacionado com a evolução tecnológica envolvendo todas as etapas, da infraestrutura ao dispositivo portado pelo usuário. No aspecto da infraestrutura, o que proporcionou o crescimento do IoT foi a:
Utilização do ping como rastreador dos dispositivos IoT.
Descontinuidade do tradutor de endereços de endereços NAT.
Criação de uma nova camada de rede sobre a Ethernet.
Adoção do IPv6 como protocolo de rede.
Descontinuidade dos SSID.
A Prefeitura de São Paulo está hipoteticamente desenvolvendo um sistema integrado de segurança urbana, chamado Segurança 380º, que conecta câmeras de vigilância, sensores de tráfego e dispositivos loT em áreas públicas. O objetivo é monitorar em tempo real eventos críticos, como congestionamentos, atos de vandalismo e emergências médicas. Esse sistema manipula dados sensíveis, como informações de placas de veículos, padrões de movimento de pedestres e eventos registrados por câmeras. Para proteger o sistema contra ataques cibernéticos, a equipe técnica decidiu implementar uma arquitetura Zero Trust (ZTA) com práticas DevSecDps. Para viabilizar o sistema Segurança 360º, o consenso foi optar por
armazenar dados de sensores loT e câmeras em servidores centralizados, para facilitar a administração e garantir controle total de acesso, e utilizar Virtual Private Networks (VPNs) para controlar o acesso às redes e aos aplicativos.
um modelo de segurança baseado na proteção de perímetro de rede, que estabelece alguns macroperímetros em tomo de ativos protegidos, usa mecanismos de segurança como 2FA e possibilita o acesso a aplicativos e serviços com base em autorização por voz do usuário.
priorizar o uso de firewalls de perímetro robustos e reduzir 0 foco em autenticação e controle granular para acelerar o tráfego entre dispositivos. Desta forma, os invasores ficam impedidos de comprometer as credenciais do usuário e obter acesso aos sistemas locais por trás do firewall.
cancelar serviços que usam modelos de implantação híbridos ou multi-nuvem, dispositivos não gerenciados ou aplicativos de SaaS. Em todos esses casos, há recursos que estão fora do controle direto, inviabilizando soluções ZTA, uma vez que podem comprometer as políticas e práticas de segurança.
implementar soluções que segmentam a rede para restringir o movimento lateral e conter os infiltradores, como ZTNA e Cloud Security Access Broker (CASB). Incluir MFA para todos os acessos, automação no pipeline CIHCD com scanners de vulnerabilidade e realizar monitoramento contínuo utilizando ferramentas SIEM.


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Vários são os desafios e considerações na concepção de UX para um mundo interconectado pela Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias ubíquas.
O principal desafio ao projetar a UX para tecnologias ubíquas é
criar dispositivos cada vez menores e com mais funcionalidades.
desenvolver experiências que sejam intuitivas e fluam naturalmente entre diferentes dispositivos e contextos.
garantir que a tecnologia permaneça visível e disponível o tempo todo.
ampliar o escopo da UX para incluir interações entre dispositivos desconectados.
Smart Cities, ou Cidades Inteligentes, são o futuro da urbanização, utilizando tecnologia da informação e comunicação para melhorar a qualidade de vida, eficiência dos serviços urbanos e sustentabilidade.
Um elemento fundamental para o funcionamento eficaz de uma Smart City é
a coleta e análise de grandes volumes de dados (Big Data) para informar a tomada de decisões.
a estrita política de isolamento digital para proteger a privacidade dos dados.
a utilização de tecnologias para monitorar o uso de recursos naturais.
a adoção de sistemas que eliminam o trânsito, permitindo apenas transporte público.