Questões de Concurso sobre Internet das Coisas (IoT)

 
 
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A Internet das Coisas (IoT) refere-se à integração de objetos físicos equipados com sensores, atuadores e conectividade à Internet, capazes de coletar, transmitir e processar dados automaticamente, sem a necessidade de intervenção humana direta. Na arquitetura clássica de um ecossistema IoT voltado para monitoramento em uma cidade, o componente responsável por realizar a agregação de dados locais de diversos sensores IoT de telemetria e servir de ponte de comunicação com a nuvem é o


A

Atuador.


B

Sensor IoT.


C

Middleware de Aplicação IoT.


D

IoT Gateway.


E

Servidor de nuvem.

Assistentes de voz, lâmpadas e tomadas inteligentes, fechaduras e vídeo porteiros. Esses são alguns dos recursos disponíveis no mercado que utilizam a tecnologia para automatizar tarefas e integrar dispositivos no ambiente doméstico, facilitando o cotidiano das pessoas. Essa tecnologia é chamada de:


A

Casa On-line.


B

Realidade aumentada.


C

Internet das Coisas.


D

Computação em nuvem.

Em nível acadêmico, ao se construir um robô, deve-se definir os atuadores para movimentá-lo e os sensores para enviar dados sobre o meio onde ele está interagindo. Entre os diferentes tipos de sensores, há a chave de colisão, que é um:


A

Sensor sísmico, que detecta a vibração do robô resultante de uma colisão.


B

Sensor de temperatura, que detecta a variação térmica dos obstáculos, criando um mapa de calor do ambiente.


C

Interruptor físico, que quando toca em algum obstáculo, fecha um contato, sinalizando que houve uma colisão.


D

Sensor infravermelho ou ultrassônico para detectar a distância de algum obstáculo, evitando, assim, a colisão.


E

Sensor GPS, que evita a colisão através da análise do mapa e a sua posição nele.

Um dos aspectos fundamentais que viabilizam o IoT está relacionado com a evolução tecnológica envolvendo todas as etapas, da infraestrutura ao dispositivo portado pelo usuário. No aspecto da infraestrutura, o que proporcionou o crescimento do IoT foi a:


A

Utilização do ping como rastreador dos dispositivos IoT.


B

Descontinuidade do tradutor de endereços de endereços NAT.


C

Criação de uma nova camada de rede sobre a Ethernet.


D

Adoção do IPv6 como protocolo de rede.


E

Descontinuidade dos SSID.

A Prefeitura de São Paulo está hipoteticamente desenvolvendo um sistema integrado de segurança urbana, chamado Segurança 380º, que conecta câmeras de vigilância, sensores de tráfego e dispositivos loT em áreas públicas. O objetivo é monitorar em tempo real eventos críticos, como congestionamentos, atos de vandalismo e emergências médicas. Esse sistema manipula dados sensíveis, como informações de placas de veículos, padrões de movimento de pedestres e eventos registrados por câmeras. Para proteger o sistema contra ataques cibernéticos, a equipe técnica decidiu implementar uma arquitetura Zero Trust (ZTA) com práticas DevSecDps. Para viabilizar o sistema Segurança 360º, o consenso foi optar por


A

armazenar dados de sensores loT e câmeras em servidores centralizados, para facilitar a administração e garantir controle total de acesso, e utilizar Virtual Private Networks (VPNs) para controlar o acesso às redes e aos aplicativos.


B

um modelo de segurança baseado na proteção de perímetro de rede, que estabelece alguns macroperímetros em tomo de ativos protegidos, usa mecanismos de segurança como 2FA e possibilita o acesso a aplicativos e serviços com base em autorização por voz do usuário.


C

priorizar o uso de firewalls de perímetro robustos e reduzir 0 foco em autenticação e controle granular para acelerar o tráfego entre dispositivos. Desta forma, os invasores ficam impedidos de comprometer as credenciais do usuário e obter acesso aos sistemas locais por trás do firewall.


D

cancelar serviços que usam modelos de implantação híbridos ou multi-nuvem, dispositivos não gerenciados ou aplicativos de SaaS. Em todos esses casos, há recursos que estão fora do controle direto, inviabilizando soluções ZTA, uma vez que podem comprometer as políticas e práticas de segurança.


E

implementar soluções que segmentam a rede para restringir o movimento lateral e conter os infiltradores, como ZTNA e Cloud Security Access Broker (CASB). Incluir MFA para todos os acessos, automação no pipeline CIHCD com scanners de vulnerabilidade e realizar monitoramento contínuo utilizando ferramentas SIEM.

Vários são os desafios e considerações na concepção de UX para um mundo interconectado pela Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias ubíquas.

O principal desafio ao projetar a UX para tecnologias ubíquas é


A

criar dispositivos cada vez menores e com mais funcionalidades.


B

desenvolver experiências que sejam intuitivas e fluam naturalmente entre diferentes dispositivos e contextos.


C

garantir que a tecnologia permaneça visível e disponível o tempo todo.


D

ampliar o escopo da UX para incluir interações entre dispositivos desconectados.

Smart Cities, ou Cidades Inteligentes, são o futuro da urbanização, utilizando tecnologia da informação e comunicação para melhorar a qualidade de vida, eficiência dos serviços urbanos e sustentabilidade.


Um elemento fundamental para o funcionamento eficaz de uma Smart City é


A

a coleta e análise de grandes volumes de dados (Big Data) para informar a tomada de decisões.


B

a estrita política de isolamento digital para proteger a privacidade dos dados.


C

a utilização de tecnologias para monitorar o uso de recursos naturais.


D

a adoção de sistemas que eliminam o trânsito, permitindo apenas transporte público.

 
 
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